quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Resenha: Redenção e Submissão

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Quando dois dominadores se enfrentam em uma extasiante batalha por poder, render-se pode ser o maior triunfo.
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Matt, como Matheus gosta de ser chamado pelas amigas, é um dominador fora do comum. A cara de bom moço, o romantismo e suas boas maneiras mascaram seu lado mais sombrio, que adora submeter e ter uma mulher suplicando sob suas ordens. Mestre em shibari, uma complexa técnica oriental de bondage, e especialista em chicotes longos, que exigem muita perícia, ele conhece como poucos as melhores técnicas de dominação.
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Sophia se orgulha de ter conquistado sozinha seu lugar no mundo. É agressiva sexualmente, dominadora e dona de si. Mas seu ar atrevido e mandão esconde um trauma do passado. Ela jurou jamais se deixar enfraquecer por amor novamente e não permite que ninguém se aproxime demais. Entregar-se completamente a um homem nunca esteve nos seus planos. Ela é exatamente o oposto de tudo que ele procura em uma mulher. Ele pode representar a ruína de tudo que ela sempre protegeu. Sem que percebam, Matt e Sophia se veem escravizados por um desejo absoluto que pode destruir ou salvar os dois.
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O segundo romance da trilogia Redenção fará você implorar por mais, enquanto mergulha fundo no universo repleto de erotismo da escritora Nana Pauvolih.
 
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O que eu achei?
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Sabe quem foi o otário que passou o domingo lendo a continuação de um livro que entrou para o Hall de Decepções de 2015?! Isto mesmo, eu! Mas, em minha defesa, eu digo que "Redenção e Submissão" - a continuação do fatídico "Redenção de um Cafajeste" - estava de graça na Amazon, no dia 25. E ele não é mais protagonizado pelo babaca do Arthur ou a Sonsa da Maiana, e sim por Matt - um dos ÚNICOS personagens que eu salvava da leitura do primeiro livro. Então eu pensei: Por que não?
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sábado, 19 de dezembro de 2015

Coluna: Book Haul de Natal 2015

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O Book Haul é uma postagem originada da antiga coluna do blog ''Meu Carrinho'' - um vídeo-post inspirado no meme ''Minha Caixa de Correio'', do blog literário ''The Story Siren'', onde eu comento um pouco sobre as minhas compras literárias, e o que achei de cada uma delas. 
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Coluna: Diários de Leitura #45 - Novembro 2015

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O Diários de Leitura é um post que foi livremente inspirado na coluna ''Resumo da Semana'', do blog Mon Petit Poison - onde eu falo um pouquinho sobre o que eu li durante o mês e sobre os livros resenhados no Canal.
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Resenha: A Luva de Cobre [Magisterium #2]

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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As férias de verão de Callum Hunt não são como as das outras crianças. Seu melhor amigo é Devastação, um lobo Dominado pelo Caos. O pai, Alastair, acredita que existe algo de muito errado com ele. E, claro, a maioria dos garotos não retorna ao mundo mágico do Magisterium depois da folga.
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A vida parece complicada para o Aprendiz de mago, e as coisas estão prestes a se tornar ainda piores. Depois de uma terrível briga com o pai, Callum foge de casa e retorna ao Magisterium - apenas para descobrir que o Alkahest - uma luva de cobre capaz de arrancar a magia de uma pessoa, destruindo-a completamente - foi roubado. Com a ajuda dos amigos Aaron e Tamara, além do ambíguo Jasper, ele embarca em uma missão para encontrar o culpado.
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O grupo acaba despertando o interesse de inimigos perigosos, e à medida que se aproximam de uma verdade ainda mais perigosa, Elementais de todos os tipos surgem no caminho dos garotos - tentando impedi-los de encontrar o ladrão, que Callum acredita ser alguém ligado a ele. Agora o garoto precisa proteger os amigos, impedir que o Alkahest seja usado de forma errada e resguardar quem mais ama da fúria do Magisterium.
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O que eu achei?
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Quando li "O Desafio de Ferro", no final do ano passado, eu sabia que Holly Black e Cassandra Clare poderiam seguir diversos caminhos a partir do cliffhanger deixado no final do primeiro volume... Apesar do primeiro ser bastante introdutório, e com isso, a narrativa ser um tanto lenta (se levarmos em consideração que a série é voltada para o público Infanto-Juvenil), todas as portas que foram abertas com as revelações feitas ao protagonista Callum Hunt me deixavam bastante empolgado para tudo o que poderia vir a partir daquele ponto. Por isso, quando o livro foi lançado por aqui, desta vez pela Galera Junior, eu tive que solicitar para a leitura.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Resenha: Vida & Morte [Crepúsculo #5]

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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O clássico de Stephenie Meyer revisitado 10 anos depois.
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Novamente, os leitores vão se apaixonar pela arrebatadora história de amor de Bella e Edward... ou, quem sabe, será uma primeira vez. A edição especial de aniversário inclui um conteúdo extra e exclusivo: Vida e morte, nova versão em que autora inverte o gênero dos principais personagens.
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Em Vida e morte os leitores vão se maravilhar com a experiência de ler a icônica saga de amor agora pelos olhos de um adolescente que se apaixona por uma sedutora vampira. Numa publicação ao estilo “vira-vira”, a edição comemorativa traz mais de 400 páginas de conteúdo extra, além da nova capa, com Crepúsculo de um lado e Vida e morte de outro. Os milhares de fãs de Bella e Edward não vão querer perder a oportunidade de ver seus tão queridos personagens em novos papéis.
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O que eu achei?
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Enfim, eu gostaria de dizer que não sou otário... Mas, ao terminar de ler Life and Death, eu descobri que sou bastante otário. De carteirinha. Pois aqui temos Stephenie Meyer, com uma ideia completamente risível, que eu xinguei bastante no Twitter, e o que eu faço no final? Leio o livro e dou quatro estrelas para ele. Pois eu não sei, talvez haja algum tipo de bruxaria que as mentes mais fracas consigam comprar esta ideia de reler Crepúsculo através de gêneros trocados. E, bem, como podem ver pela nota - eu comprei TOTALMENTE a ideia no final. Então, yeap, parabéns Meyer: Sua bruxaria funcionou totalmente comigo. Não sei se rio ou se choro. Acho que um pouco dos dois.
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Ok, como era suposto, acabei gravando um vídeo sobre a minha experiência de leitura e o que achei da ideia DEPOIS de ter lido (cofcof turma "super cool" do Goodreads que julgam livros pela sinopse cofcof). Mas uma parte do vídeo foi corrompida e acabou ficando de fora do "veredito", e é justamente sobre uma questão que a Meyer queria deixar claro com "Life and Death": A ideia de que Crepúsculo não é sexista. Bem, eu amo o livro, amo a série, mas me desculpe Steph, Crepúsculo é sexista até a medula. E isto acaba ficando extremamente iluminado justamente com a história de Beau e Edythe. 
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Coluna: Diários de Leitura #44 - Outubro 2015

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O Diários de Leitura é um post que foi livremente inspirado na coluna ''Resumo da Semana'', do blog Mon Petit Poison - onde eu falo um pouquinho sobre o que eu li durante o mês e sobre os livros resenhados no Canal.
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sábado, 7 de novembro de 2015

Resenha: Perdido [Os Lobos de Mercy Falls #4]

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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As pessoas acham que conhecem Cole St. Clair. Elas conhecem sua vida pública e também seus escândalos particulares. Ele era um astro do rock viciado em drogas e se afastou dos holofotes por razões que só ele pode dizer. O que os fãs não conhecem é seu segredo mais sombrio: Cole se transforma em lobo, mas está fazendo de tudo para conter seu lado lupino. Agora, ele está de volta à Califórnia e será preciso ainda mais esforço para manter os vícios e o lobo sob controle.
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Isabel, fria e distante, não consegue disfarçar o choque ao saber que o ex-roqueiro Cole retornou a Los Angeles. Ele diz que se livrou das drogas e está disposto a tudo para reconquistá-la, mas Isabel já teve seu coração partido antes e tem medo de se entregar novamente. Quando Cole se vê enredado mais uma vez pelo badalado showbiz da música e em um popular reality show, ela precisa decidir: vale lutar pelo amor que sentem um pelo outro ou as loucuras de Cole vão acabar por destruir os dois?
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O apaixonante casal apresentado na série Os lobos de Mercy Falls retorna para conquistar mais uma vez o coração dos fãs. Este companion book certamente vai agradar tanto aos fiéis leitores da autora quanto àqueles que estão sendo apresentados às suas obras. Um romance épico e sexy, com o pano de fundo da glamorosa L.A., Perdido traz personagens profundos, uma paixão devastadora e a tão característica e poética escrita de Maggie Stiefvater.
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O que eu achei?
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Fazem 2 dias que terminei de ler "Perdido", de Maggie Stiefvater, e ainda sinto que não consigo organizar as minhas ideias de maneira lógica e coerente. Tanto é que tive que escrever três vezes sobre ele no Instagram, já que nas duas primeiras o texto ficou tão grande que o próprio app me cortou... Mas esta confusão de sentimentos é simplesmente maior do que eu. Foi através de "Os Lobos de Mercy Falls" que eu conheci a escrita rebuscada, poética e completamente sensorial da autora. Foi através da trilogia que eu descobri que livros de romance sobrenaturais podem ser mais do que aparentam, e foi a Maggie quem me apresentou os primeiros lobisomens Jovem Adulto que considerei dignos de nota. Então, sim, foi muito difícil guardar o livro novamente na estante e sentar para falar sobre ele.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Coluna: Book Haul [Outubro 2015]

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O Book Haul é uma postagem originada da antiga coluna do blog ''Meu Carrinho'' - um vídeo-post inspirado no meme ''Minha Caixa de Correio'', do blog literário ''The Story Siren'', onde eu comento um pouco sobre as minhas compras literárias, e o que achei de cada uma delas. 
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Resenha: Despertar [Abandono #3]

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Terceiro e último volume da série Abandono, da autora número 1 da lista do New York Times.
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Pierce Oliviera, 17 anos, sabia que, ao aceitar o amor de John Hayden, seria forçada a viver para sempre no lugar que mais teme: o Mundo Inferior. No entanto, o sacrifício vale a pena, porque isso signifi¬ca que ela vai poder ficar com o garoto que ama.
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Mas agora sua felicidade — e segurança — está ameaçada, e tudo porque as Fúrias descobriram que John quebrou uma de suas regras mais severas: ressuscitar uma alma humana.
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Se o equilíbrio entre vida e morte não for restaurado, tanto o Mundo Inferior quanto o lar de Pierce serão destruídos. Mas há apenas uma maneira de consertar tudo: alguém precisa morrer.
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O que eu achei?
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Sim, fazem mais ou menos uns dois anos que tenho a ARC de "Awaken", o último volume da trilogia sobrenatural "Abandono", de Meg Cabot. E sim, eu esperei o lançamento do livro por aqui, pela editora Galera, para resolver ler ele. Pois existem momentos em que bate a preguiça de ler em inglês (O que acontece muito comigo... É sério!), e sempre acabo achando mais fácil ler assim, em outro língua, pelo Kindle do que nos que eu tenho em formato físico. Mas eis que o inesperado aconteceu: Assim que solicitei o livro em português para editora, os Correios aqui do Rio entraram em greve - naquele momento, sem previsão de fim. O que parece que foi providencial, pois me forçou a parar de procrastinação e ler logo o livro que fazia aniversário na minha estante.
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Resenha: O Lado Feio do Amor

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Quando Tate Collins se muda para o apartamento de seu irmão, Corbin, a fim de se dedicar ao mestrado em enfermagem, não imaginava conhecer o lado feio do amor. Um relacionamento onde companheirismo e cumplicidade não são prioridades. E o sexo parece ser o único objetivo. Mas Miles Archer, piloto de avião, vizinho e melhor amigo de Corbin, sabe ser persuasivo... apesar da armadura emocional que usa para esconder um passado de dor.

O que Miles e Tate sentem não é amor à primeira vista, mas uma atração incontrolável. Em pouco tempo não conseguem mais resistir e se entregam ao desejo. O rapaz impõe duas regras: sem perguntas sobre o passado e sem esperanças para o futuro. Será um relacionamento casual. Eles têm a sintonia perfeita. Tate prometeu não se apaixonar. Mas vai descobrir que nenhuma regra é capaz de controlar o amor e o desejo.
 
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O que eu achei?
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Se existe um alguém que é a personificação da expressão "Mixed Feelings" para mim, este alguém é a Colleen Hoover. Já estou no quinto romance escrito pela americana, e nunca sei o que esperar dela. Algumas vezes, eu amo. Outras vezes, odeio. E ainda existem os casos onde acho o livro meio-termo. "O Lado Feio do Amor" poderia muito bem entrar na última categoria... Mas acho que ele acabou se tornando o livro que mais representa a minha confusão de sentimentos que tenho com a autora. 
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Resenha: À Procura de Audrey

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Audrey é uma adolescente comum, igualzinha a tantas. Com 14 anos, estuda, se apaixona, entra em conflito com os pais, sonha, confia nas amigas. Até que começa a ser vítima de bullying. No início, parecia apenas uma pequena implicância, mas a provocação vai aumentando. Logo, a menina não consegue mais frequentar o colégio, nem ao menos sair de casa. O diagnóstico? Transtorno de ansiedade social, transtorno de ansiedade generalizada e episódios depressivos. 
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Com a ajuda da Dra. Sarah, Audrey começa um lento, mas decisivo, caminho rumo à recuperação. E quando conhece Linus, parceiro de games do irmão, ela sente uma ligação. Seu sorriso de gominho de laranja é encorajador, e eles podem conversar sobre tudo: ansiedades, sonhos, medos. Ainda que de forma não muito convencional no início. Mesmo com as ressalvas da médica, a amizade se aprofunda — em meio a visitas ao Starbucks e pequenos desafios. Em pouco tempo, evolui para um romance que vai afetar toda a família. Por fim a normalidade parece apenas a um passo de distância. À procura de Audrey é um romance inspirador sobre família, primeiro amor e depressão.
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O que eu achei?
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Já fazem dois dias que terminei de ler "À Procura de Audrey", o primeiro romance Jovem Adulto de Sophie Kinsella, e ainda não sei se consigo externar de forma completamente coerente o quão apaixonado eu fiquei com este livro. Para falar a verdade, a história mexeu tanto comigo, de tantas formas diferentes, que até o presente momento eu ainda não consegui fazer a minha fila de leitura andar. Eu olho para o volume, ele olha para mim, e mais uma vez sou mergulhado por uma avalanche de sentimentos bons. Eu só sinto vontade de abraçar meu exemplar e correr atrás da autora no Reino Unido só para dizer o quanto ela foi feliz em escrever esta história e o quanto estou orgulhoso, e como ela subiu no meu conceito...
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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Resenha: Eu Te Darei o Sol

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Noah e Jude são gêmeos, melhores amigos e rivais. Competem pela afeição dos pais, pela atenção do garoto que acabou de se mudar para o bairro e por uma concorrida vaga na melhor escola de arte da Califórnia. Mal-entendidos, ciúmes e uma perda trágica os separaram definitivamente. Trilhando caminhos distintos - que mudam por completo as suas personalidades - e tendo que conviver no mesmo espaço, ambos lutam contra dilemas que não têm coragem de revelar a ninguém. Nem a eles próprios.

Contado em perspectivas e tempos diferentes, "Eu Te Darei o Sol" é o livro mais desconcertante de Jandy Nelson, a mesma autora de "O Céu Está em Todo Lugar". Afinal, as pessoas mais próximas de nós são as que mais têm o poder de nos machucar.
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O que eu achei?
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Existem livros densos, que você demora para ler pois a história exige isto. Existem livros chatos, que você demora para ler, pois não consegue se conectar a história, ou ao personagem, ou a narrativa do autor, ou a todas as opções. E também existem livros maravilhosos, que te pegam tanto pelo pé, que sem você perceber, você mesmo sabota a sua leitura, lendo ele extremamente devagar - só para que ele não acabe. "Eu Te Darei o Sol", de Jandy Nelson, se encaixou completamente na terceira opção. Mas desde já eu digo: Quase NUNCA isto aconteceu comigo. Geralmente, quando estou apaixonado por um livro, eu quero terminá-lo o quanto antes. Mas, como este novo romance da autora de "O Céu Está em Todo Lugar", eu não queria que ele chegasse ao fim... O que é bem engraçado, pois - começando deste jeito - parece que eu amei o livro de estreia de Jandy Nelson. Mas, quem me acompanha já a um tempo, sabe que achei o antecessor apenas "ok". Algo que, sinceramente, está longe de externar os meus sentimentos para com esta nova história.
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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Coluna: Diários de Leitura #42 - Agosto 2015

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O Diários de Leitura é um post que foi livremente inspirado na coluna ''Resumo da Semana'', do blog Mon Petit Poison - onde eu falo um pouquinho sobre o que eu li durante o mês e sobre os livros resenhados no Canal.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Resenha: O Retrato de Dorian Gray

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Em 1891, quando foi publicado em sua versão final, O retrato de Dorian Gray foi recebido com escândalo, e provocou um intenso debate sobre o papel da arte em relação à moralidade. Alguns anos mais tarde, o livro foi inclusive usado contra o próprio autor em processos judiciais, como evidência de que ele possuía “uma certa tendência” (no caso de Oscar Wilde, a homossexualidade, motivo pelo qual acabou condenado a dois anos de prisão por atentado ao pudor).
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Mais de cem anos depois, porém, o único romance de Oscar Wilde continua sendo lido e debatido no mundo inteiro, e por questões que vão muito além do moralismo do fim do período vitoriano na Inglaterra, definida por um dos personagens do livro como “a terra natal da hipocrisia”. Seu tema central - um personagem que leva uma vida dupla, mantendo uma aparência de virtude enquanto se entrega ao hedonismo mais extremado - tem apelo atemporal e universal, e sua trama se vale de alguns dos traços que notabilizaram a melhor literatura de sua época, como a presença de elementos fantásticos e de grandes reflexões filosóficas, além do senso de humor sagaz e do sarcasmo implacável característicos de Wilde.
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O que eu achei?
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Segundo livro da minha meta de "12 Livros Para 2015" finalizado! Desde o começo eu já esperava que "O Retrato de Dorian Gray" seria uma leitura difícil, mas eu não imaginava quanto! Quero dizer, este não é o primeiro clássico que eu leio, muito menos foi o maior, mas foi o primeiro cuja a narrativa realmente me pareceu cansativa e nem um pouco prolixa. Oscar Wilde era extremamente descritivo, com coisas que "floreavam" bastante o texto, e seus diálogos poderiam ser considerados monólogos! Isto para não entrar em consideração o fato de que a tradução da minha edição foi praticamente A PRIMEIRA feita do livro no país (para se ter uma ideia, o tradutor morreu em 1921!), o que não me ajudou nem um pouco.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Resenha: A Ameaça Invisível [Anômalos #2]

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Sinopse:
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Na eletrizante continuação de "A Ilha dos Dissidentes", o cerco se fecha contra os anômalos e o cotidiano nas Cidades Especiais começa a mudar. De início, o direito de ir e vir é privado, e a isso se seguem outras medidas restritivas, o que inspira uma rebelião e deixa a situação a um passo de uma guerra civil. 
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Em meio a diversas facções, que defendem ideologias e métodos diferentes de fazer justiça, cada vez é mais difícil enxergar a situação com clareza, e Sybil tem pela frente novos desafios, que põem à prova suas convicções. Em situações desgastantes e por vezes desesperadoras, ela e seus amigos sentem na pele uma grande ameaça, mas não conseguem perceber quem é e onde está o verdadeiro inimigo.
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O que eu achei?
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Evolução... É com esta simples palavra que eu consigo traduzir a minha leitura de "A Ameaça Invisível", segundo volume da trilogia Anômalos, de Bárbara Morais. Apesar de ter gostado de "A Ilha dos Dissidentes", haviam vários pontos da história que me incomodavam bastante. Mas, para a minha surpresa (e alegria), a autora conseguiu não só sanar estes problemas como também me surpreender positivamente. E isto foi maravilhoso, pois quando comecei a ler o livro (despretensiosamente, no ano passado, e retomando ele esta semana), eu juro que não estava tão empolgado assim.
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Resenha: Redenção de um Cafajeste

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Em Redenção de um cafajeste, a autora narra a história de Arthur, empresário, dono de uma das revistas masculinas mais escandalosas do país, que conhece Maiana, garota humilde, que sonha terminar a faculdade e ser professora. Eles que pertencem a mundos completamente diferentes, mas estão prestes a descobrir tudo o que têm em comum. 
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Enquanto a recatada Maiana leva uma vida simples, de privações, Arthur, o herdeiro de um conglomerado de revistas, sabe tirar proveito do que conquistou: dinheiro, poder, mulheres à vontade e muito sexo. Para Arthur, os fins justificam os meios. É capaz de passar por cima do que for necessário para conseguir o que deseja, sem nunca abrir mão do controle que exerce sobre si mesmo e os outros, especialmente as mulheres. Todavia, um incidente coloca Maiana em seu caminho, e ele se vê refém de sentimentos incontroláveis. Tem início um perigoso jogo de sedução que fará com que os dois experimentem prazeres inesgotáveis, transpondo os limites entre o amor e a dor. Neste conto de fadas contemporâneo, repleto de erotismo e paixão, Nana Pauvolih coloca os leitores diante de uma história de amor em que a Gata Borralheira e o Príncipe Encantado se alternam no papel de salvador e vítima. 
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Confirmando o talento da autora, nome frequente em listas de vendidos, o primeiro romance da trilogia Redenção provocará suspiros e intensas emoções. E este é apenas o começo.
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O que eu achei?
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Acho que ouço um coro de Aleluia, pois FINALMENTE - depois de TRÊS longos meses - consegui finalizar "Redenção de um Cafajeste", de Nana Pauvolih... Eu ganhei o livro de cortesia no Skoob, achei que seria uma leitura rápida, mas yeap, não foi. "Redenção" sofre do mesmo mal que muitas outras histórias do gênero que eu tentei ler: Um livro longo, para uma história que poderia ter sido contada muito bem em apenas 250 páginas. Mesmo sendo em primeira pessoa, mesmo tendo múltiplos pontos de vista, a narrativa consegue ser arrastada e cansativa - e sim, isto é um problema terrível.
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Coluna: Book Haul [Julho 2015]

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O Book Haul é uma postagem originada da antiga coluna do blog ''Meu Carrinho'' - um vídeo-post inspirado no meme ''Minha Caixa de Correio'', do blog literário ''The Story Siren'', onde eu comento um pouco sobre as minhas compras literárias, e o que achei de cada uma delas. 
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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Resenha: Naomi & Ely e a Lista do Não Beijo

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Sinopse:
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A quintessência da história da menina que gosta de menino que gosta de meninos. Uma análise bem-humorada sobre relacionamentos.Naomi e Ely são amigos inseparáveis desde muito pequenos. Naomi ama Ely e está apaixonada por ele. Já o garoto, ama a amiga, mas prefere estar apaixonado, bem, por garotos. 
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Para preservar a amizade, criam a lista do não beijo — a relação de caras que nenhum dos dois pode beijar em hipótese alguma. A lista do não beijo protege a amizade e assegura que nada vá abalar as estruturas da fundação Naomi & Ely. Até que... Ely beija o namorado de Naomi. E quando há amor, amizade e traição envolvidos, a reconciliação pode ser dolorosa e, claro, muito dramática.
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O que eu achei?
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Sim, eu confesso: David Levithan é um dos autores que se encaixam perfeitamente na minha categoria de "Mixed Feelings". Às vezes eu amo (como nos casos de "Will Grayson", e "The Lover's Dictionary", e principalmente "Dois Garotos se Beijando"), e outras vezes eu não acho nada demais (como "Garoto Encontra Garoto", um caso que foi bem triste - para falar a verdade). Entretanto, com "Naomi & Ely e a Lista do Não Beijo", seu mais recente livro lançado por aqui no Brasil em parceria com a amiga (e co-autora de longa data) Rachel Cohn, ele foi exatamente o que eu precisava no momento: Divertido, leve, e completamente refrescante.
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Coluna: Diários de Leitura #41 - Julho 2015

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sábado, 8 de agosto de 2015

Resenha: Brilhantes

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Sinopse:
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Pessoas com poderes especiais numa trama que envolve conspiração, política e terrorismo. A partir de 1980, um por cento das crianças nascidas no mundo começou a apresentar sinais de inteligência avançada. Essa parcela da população, chamada de “brilhantes”, é vista com muita desconfiança pelo restante da humanidade, que teme a forma como esse dom pode ser usado.

Nick Cooper é um deles, um agente brilhante treinado para identificar e capturar terroristas superdotados. Seu último alvo está entre os mais perigosos que já enfrentou: o responsável pelo maior ataque terrorista dos últimos tempos, na bolsa de Nova York, que pretende começar uma guerra civil. Para capturá-lo, Cooper precisa se infiltrar em seu mundo e ir contra tudo em que acredita.

"Brilhantes", de Marcus Sakey, apresenta um universo ao mesmo tempo perturbador e incrivelmente semelhante ao nosso, onde um dom pode se tornar uma maldição.
 
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O que eu achei?
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Fazem dois dias que terminei "Brilhantes", e precisei de todas as 48 horas para pensar a respeito do livro, e saber o que senti DE VERDADE ao ler o primeiro volume da duologia homônima. Dizer que ele foi o que eu esperava seria uma bela de uma mentira, pois de forma alguma ele foi o que eu esperava. Por ser um livro da Galera, que é um selo voltado ao público Jovem Adulto e Novo Adulto, eu acreditei que o romance era um YA ou NA. Mas ele não é. Na verdade, ele é um livro adulto em toda a sua concepção. Nos temas políticos que a trama traz, na história em si, nos personagens... Não existe confusão ao classificá-lo desta forma. E claro que ele ser um livro adulto não significa que seja um problema - pois não é. Mas isto me pegou de surpresa, pois não era o livro que eu esperava ler no momento em que ele chegou aqui em casa.
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Vejam bem, o que eu esperava - e o que eu tinha interpretado pela sinopse - seria uma aventura sci-fi, mais puxado pelo lado X-Men da coisa, com um protagonista jovem... E não é exatamente desta maneira. A estrutura do livro lembra muito mais um roteiro de filme policial. Tem ação ali, e muitas cenas são frenéticas - mas o desenvolvimento da narrativa não é rápido. Os "Brilhantes", estes gênios super dotados que mudaram a história do mundo a partir dos anos 80, são muito mais pessoas com uma inteligência muito além da média do que mutantes com dons sobre-humanos. E o protagonista, o agente Nick Cooper, é um destes "anormais", pai de dois filhos e separado. Então, sim, isto foi um choque. E, em um primeiro momento, eu precisei me situar com a verdadeira história do livro e mudar completamente as minhas expectativas com relação a ele.
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