quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Coluna: Julgando Livros Pela Capa #7

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''Estilhaça-Me'' foi uma das minhas melhores leituras que tive neste ano, e eu simplesmente fiquei apaixonado por todo o universo criado pela autora Tahereh Mafi. Por isso, quando a saudade - e a vontade - de fazer mais uma coluna ''Julgando Livros Pela Capa'', o primeiro livro que me passou pela cabeça foi justamente ele (já que a capa dele também sempre me chamou muita atenção). 
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Coletar as imagens para a edição de hoje foi muito divertido, pois - por mais incrível que pareça - parece que todas as capas brigaram uma com as outras para saberem qual era melhor trabalhada. Vamos ver qual se saiu melhor?!
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EUA (1ª Versão): Esta é a capa mais conhecida do livro, e foi a mesma usada aqui no Brasil. Eu simplesmente amo esta versão, pois ela é toda metalizada (e simplesmente não resisto à capas metalizadas), sem falar que todos os efeitos trabalhados na imagem - como os vidros estilhaçados atrás da modelo - e a tipologia em que foi escrito o título causam muito impacto. Sem sombra de dúvidas, a minha preferida!
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EUA (2ª Versão): Mas como nem tudo nesta vida é perfeito, a editora americana da série resolveu dar uma nova identidade visual aos livros, o que resultou em uma reformulação na capa de Estilhaça-Me. Eu até gostei da nova arte, pois mostra muito da confusão interna da Juliette (sem falar no detalhe do pássaro nos olhos, algo que está presente na narrativa), mas esta coisa de mudar as capas dos livros no meio da série não me agrada nem um pouco!
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Itália: A editora Italiana resolveu apostar em um tom mais dark para sua capa, provavelmente para fazer uma alusão ao estado de espirito sombrio ao qual Juliette está logo no começo da história. Eu achei a imagem usada por eles muito bonita, mas mesmo assim acho que não combinou muito com o clima do livro - pelo menos deste.
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Suécia: Assim como os editores italianos, a Suécia preferiu segui o lado mais ''sombrio'' da história... Entretanto, acho que eles foram mais felizes, ao colocar a imagem em um tom mais desgastado e com referência aos dias passados por Juliette na prisão do restabelecimento.
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Alemanha: A arte da Alemanha é simplesmente incrível! Gostei muito da paisagem distópica ao fundo e também gostei da imagem da garota utilizada para representar a Juliette. Mas esta capa só tem um único problema: Eles usaram uma foto que já é bem conhecida dos leitores, encontrada na capa de ''The Carrier of the Mark'', de Keith Fallon.
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França: A capa da França é bastante bonita, misturando o delicado com o sombrio, mas sinceramente não me convenceu... Sinceramente, a vibe da imagem me lembrou por demais o jeitão das manipulações da série ''Fallen'', de Lauren Kate, e isto acabou meio que quebrando o encanto.
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Polônia: Já na Polônia, eles decidiram seguir o estilo da primeira capa americana, mas com uma nova roupagem. Eles usaram os mesmos elementos, como as palavras cortadas, uma menina de branco em foco e os vidros estilhaçados, e o resultado até ficou bem interessante - mas confesso que, se eu passasse por ele em uma livraria, não chamaria a minha atenção.
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Holanda: Esta versão holandesa se utiliza de nada mais do que a mesma arte da re-edição americana do livro. Como eu já falei lá em cima, gosto da imagem por quê ela representa muito bem o livro - mas tenho pinimba pois mudaram toda a formatação da capa original. Ou seja...
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