terça-feira, 31 de maio de 2011

Resenha: Uma Carta com Amor...

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Nicholas Sparks, autor número 1 de best-sellers, traz agora uma história inesquecível de um jovem que tem que tomar a decisão mais difícil de sua vida, em nome de seu grande amor.
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“Querido John”, dizia a carta que partiu um coração e transformou duas vidas para sempre.
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Quando John Tyree conhece Savannah Lynn Curtis, descobre estar pronto para recomeçar sua vida. Com um futuro sem grandes perspectivas, ele, um jovem rebelde, decide alistar-se no exército, após concluir o ensino médio. Durante sua licença, conhece a garota de seus sonhos, Savannah. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah prometa esperá-lo concluir seus deveres militares. 
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Porém ninguém previa o que estava para acontecer, os atentados de 11 de setembro mudariam suas vidas e do mundo todo. E assim como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu país e seu amor por Savannah. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, ele descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar.
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O Que eu Achei?
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Antes de tudo, devo confessar uma coisa: Eu nunca, em todos estes meus 21 anos (que já, já viram 22), pensei em ler algum livro escrito pelo Nicholas Sparks. Eu lia resenha atrás de resenhas sobre como suas histórias eram lindas, de como elas tinham um alto potencial para fazerem os seus leitores chorarem e etc., e tudo o que eu pensava era: ''Legal... Mas isto não é para mim''.
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Tudo bem, não vou negar e dizer que não tenha visto ''Diários de Uma Paixão''... Mas, faz tanto tempo que eu nem me lembro mais como é a estória - só que o nome do protagonista era ''Noah''.  Para se ter uma idéia do tamanho da minha ignorância quando o assunto em questão era ''Nicholas Sparks'', até pouco tempo atrás eu achava que ''P.S Eu te amo'' era dele. E - como a maioria deve estar cansada de saber - é claro que não é.
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Então, como eu cheguei à ''Querido John''?
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Bom, a única coisa que eu posso dizer é que foi tudo culpa da minha irmã. Geralmente, aqui em casa, quem compra os livros sou eu, e quem pega emprestado para ler é ela. Só que, no caso de ''Querido John'', quem comprou foi a minha irmã... Em dois dias ela devorou o livro e, durante quase um mês, ficou fazendo campanha para que eu o comprasse - pois a história era linda, e triste, e que eu não iria me arrepender (reparem  no detalhe que ela, em nenhum momento, falou em me emprestar o livro).
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Só que eu tenho que confessar mais uma coisa (acho que já estou ficando craque nisto...): Eu não li ''Querido John'' assim que o comprei. Em parte foi culpa da minha lista - intermiável - de leitura. Mas, no fundo, eu estava com medo de ler, não gostar e ficar com raiva do livro e do autor (vide o meu caso com ''Cidade dos Ossos''). Porém, como a minha irmã já tinha me assegurado, isto não aconteceu.
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E, tenho que acrescentar, eu terminei a minha leitura gostando muito mais do livro do que julgava ser capaz.
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Um dos meus grandes medos era que, pelo livro ser narrado pelo John (que é um militar, ex-rebelde sem causa e blábláblá), eu não acabasse me apegando tanto à narrativa. E este ''medo'' meio que perdurou pelas primeiras páginas do romance - já que é uma parte meio lenta e é quando ele conta um pouco sobre a sua vida antes da estória em si, com os tempos de escola e o que fez ele entrar para o exército... Só que esta minha ''antipatia inicial'' logo foi embora quando o John conhece a Savannah, e tudo começa à entrar nos eixos.
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O romance dos dois é o que impulsiona o livro, e - em parte - a minha curiosidade maior e o que me fazia ler página por página durante os três dias em que me dediquei à ''Querido John'' era em saber em como a Savannah iria reagir aos acontecimentos ''impostos'' pela vida, e não o John (Detalhe que vou tentar explicar melhor no tópico ''Quem me Conquistou?'').
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Sei que pode parecer um tanto ''sexista'', mas não achei que a escrita do Nicholas Sparks fosse tão ''delicada'' quanto ela é. Acreditem, não estou falando mal da sua narrativa - muito menos tentando fazer alguma gracinha em cima disto - mas não é muito comum ver muitos escritores do sexo masculino com tamanha sensibilidade e ousadia para contar tão bem os pequenos detalhes da vida sem soar de forma pretenciosa quanto ele.
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E acho que é por isto que o Nicholas tem tantos fãs... Mesmo com histórias que poderiam ser classificadas como ''simplistas'', ele consegue transmitir não só a beleza de um relacionamento, como também a magia do dia-a-dia - nos aproximando de seus personagens como se eles fossem nossos amigos de infância.
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E, depois de ''Querido John'', acho que também acabei virando fã dele.
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Quem Me Conquistou?
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Mesmo antes de ler o livro, eu já sabia que a ''Savannah'' não era - exatamente - uma personagem muito querida. Na verdade, em alguns momentos do livro, eu realmente fiquei com raiva dela e entendi por que tanta gente à odiava... Mas, sem sombra de dúvida, foi por causa dela que eu continuei e terminei de ler o livro. A história em si gira em torno dos sentimentos do Jonh por ela - em como a história dos dois começa, se desenvolve e segue o seu próprio rumo - e foi por causa dela que o Jonh se torna uma pessoa melhor, um detalhe que o próprio narrador reconhece. Por isso que acho meio impossível acabar gostando do livro sem gostar um pouquinho dela (mesmo que seja só um pouquinho mesmo).
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Mesmo repleta de defeitos, e de ter sido fraca quando não deveria, a Savannah tem uma personalidade doce e carismática. Teve um ponto do livro em que eu me lembro que eu gostaria de ficar bravo com ela, só que - assim como o John - eu acabei me esquecendo de fazer isto. E, quando acabei de ler os últimos parágrafos da história do casal, as minhas lágrimas e a minha tristeza por tudo o que havia acontecido era tanto por ele quanto por ela.
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Meus Quotes Favoritos
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'' (...) No tempo que passamos juntos, você conquistou um lugar especial no meu coração, que eu vou levar comigo para sempre e ninguém pode substituir. Você é um herói e um cavalheiro, você é gentil e honesto, mas, acima de tudo, você é o primeiro homem que amei verdadeiramente. E não importa o que o futuro traga, você sempre será, e sei que minha vida é melhor por causa disso.''
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página 192
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''- Eu te amo, Savannah, e sempre vou te mar - murmurei. -Você é a melhor coisa que já me aconteceu. Você foi a minha melhor amiga e minha amante, e não me arrependo de um só momento. Você fez eu me sentir vivo de novo, e acima de tudo, você me deu meu pai. Nunca vou esquecer disso. Você sempre será a melhor parte de mim. (...)''
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página 270
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Minha Playlist
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Música: Flightless Bird, American Mouth - Artista: Iron & Wine
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Não vou me explicar muito - já que, se eu traçar qualquer paralelo entre ''Querido John'' e ''Flightless Bird...'', toda a história do livro já vai ser revelada. Mas, se você já leu o livro e - por acaso - conhece a música, com certeza vai entender o por quê de eu ter escolhido esta música como o tema da resenha.
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ps: Só de me lembar dela já sinto um nó na garganta...
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TÍTULO: Querido John - O que você faria com uma carta que mudasse tudo?
TÍTULO ORIGINAL: Dear John
PÁGINAS: 287
AUTOR(A): Nicholas Sparks
EDITORA: Novo Conceito
NOTA: 8,5

Meme: Book Blogger Hop #8

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É, o post do ''Book Blogger Hop'' está dois dias atrasado... Mas aqui está ele, com mais uma pergunta e mais uma resposta para o meme das meninas do ''Murphy's Library''.
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Para quem não conhece, o meme nada mais é do que uma forma mostrar a diversidade de blogs literários que temos no Brasil — e conhecer um pouquinho mais dos blogueiros também. Nele, cada um responde à uma mesma pergunta envolvendo o universo literário, publicando ela no seu próprio blog e compartilhando o link no Post Original do ''Murphy's''.
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E a pergunta desta semana é:
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Qual adaptação de livro para o cinema você mais gostou? E qual você menos gostou?
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Minha Resposta:
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Como sempre, uma pergunta difícil... Até por quê, metade (ou mais da metade) dos meus DVD's de filmes são de adaptações literárias. Não importa se o resultado final ficou uma obra de arte ou uma verdadeira porcaria - eu sempre compro! Por isso acho que eu vou acabar fugindo das respostas usuais...
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No quesito ''Melhor Adaptação'' eu fico com o lançamento de 2005: ''As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupas''. Muita gente pode discordar de mim, mas eu simplesmente AMO este filme. Ele é tão colorido, as cenas são tão fascinantes e grandiosas que, mesmo - às vezes - fugindo do romance original de 1950, todo o espiríto, as mensagens e a magia do livro se traduzem na tela. Nada se compara à sensação de deslumbramento que tive ao entrar com Lúcia pela primeira vez no Guarda-Roupa da Sala Vazia. Ás vezes, eu coloco o meu DVD só para ver as paisagens tão belamente criadas para as terras de Nárnia.
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Já quando o assunto é ''Pior Adaptação'', um filme que sempre me tira do sério é ''O Diário da Princesa 2: O Casamento Real''. Tudo bem, o filme nem é uma adaptação direta da série - só uma continuação em cima da história do primeiro. Só que é aí que está o ponto: tudo aquilo que o filme original tinha que nos faziam lembrar que a película era uma adaptação da obra homônima de Meg Cabot, o segundo faz questão de esquecer e fingir que aconteceu em um passado muiiito distante. O resultado? Somos obrigados a ver duas horas de uma comédia romântica infantilóide, com humor forçado, repleta de personagens caricatos e que tenta se segurar em cima do carisma de Anne Hathaway e Julie Andrews (o que foi uma pena, já que o 1° filme dava um gancho ótimo para a continuação - que poderia ter sido um pouco mais ''fiel'' ao universo da série, assim como o antecessor).
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Link do Meme.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Lista: Lugares que Sonho em Conhecer

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Ler é uma viajem... Através de livro, conhecemos tantos lugares que, às vezes, nem precisamos de um passaporte - apenas muitas e muitas páginas e a nossa imaginação. Porém, mesmo com isto tudo, nem sempre SÓ a imagem que criamos na nossa mente basta, e por isso queremos viajar de verdade, para conhecer o lugar de verdade.
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Por isso eu criei esta nossa lista de hoje. Na verdade, ela é uma brincadeira - já que, mais da metade dos lugares que eu gostaria de conhecer nem existem de verdade... Mas não custa nada sonhar!
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5° Lugar: A Cidade de Nova Perfeição
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Apesar do nome, ''Nova Perfeição'' não é exatamente perfeita (quem lê a série ''Feios'' sabe muito bem do que estou falando...). Mas nem por isto a cidade deixa de ser fascinante. Repleta de prédios futurísticos com formatos humanamente impossíveis, Ringues de Patinação no gelo flutuantes e um moderno sistema de pistas de tráfego aéreo, show de fogos de artifício todas as noites (e festas que não tem hora para acabar), com certeza este lugar é o sonho de qualquer amante de Sci-Fi (cofcof para não falar MEU! cofcof).
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4° Lugar: O Condado de Forks
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Pequena, chuvosa, cercada de montanhas, repleto de florestas de coníferas e com um grande lago... Céus, o condado de Forks é o meu sonho de inverno! (*-*) Toda vez que a Bella começava a reclamar em ''Crepúsculo'' e falar coisas como ''É muito verde!'', ''Não para de Chover!'' e ''Faz muito frio...'', tudo o que eu pensava era: ''Cala a boca, garota! Você podendo aproveitar o que eu não posso, fica aí de mimimi...''. Sério, agora que eu estou parando para pensar, se a Stephenie Meyer não tivesse escolhido um cenário tão chuvoso e pitoresco para se passar a saga, acho que eu nunca teria gostado tanto quanto eu gosto atualmente.
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3º Lugar: O Principado de Genovia
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Eu não me lembro se li os livros da série ''O Diário da Princesa'' na ordem correta (nem se eu realmente li todos os livros), mas as partes que eu mais gostava era quando a Mia ia para a Genovia. Eu sei, sou estranho. Mas é que eu tenho uma certa fascinação por pequenos países aristocratas localizados entre o mar e as montanhas... É como Mônaco. Ou, melhor dizendo, Genovia FOI inspirada em Mônaco. (Em tudo mesmo, até na história da filha americana - e adolescente - ilegítima do príncipe).
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2° Lugar: As Terras de Nárnia
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Imagine um lugar onde lampiões brotam no meio de uma floresta, a paisagem é tão colorida quanto um desenho em uma aquerela, animais falantes são os seus vizinhos, e tudo - desde árvores até a àgua - pode ter vida... Bom, se você não pensou em Nárnia, não sei aonde está com a cabeça. Até por que, as Terras do Leão são tão lendárias que, mesmo depois de 50 anos de escrita, muitos não se esquecem das histórias. Se tem uma coisa maluca que eu gostaria que acontecesse comigo é que o meu Guarda-Roupa se abrisse e, no final dele, eu encontrasse uma passagem para Nárnia. (Não, eu não bebi/fumei/tomei/cheirei/injetei nada... É só o meu sonho, pode ser?! =P).
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1° Lugar: A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts
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Agora sim, a utopia das utopias de todo jovem... O ''sonho adolescente'' (Katy Perry Fellings) de mais da metade da blogosfera literária. O mundo que me conquistou e me fez mergulhar de cabeça no universo dos livros: A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Se tem uma coisa que me deixa frustrado até hoje é que eu AINDA não recebi a minha carta-convite para este mundo mágico pela pata de uma coruja. Não é possível que eu seja um ''Trouxa''. Eu acredito em Magia, e espero sinceramente que isto seja um engano... Ou, sei lá, a minha entrega tenha sido estraviada na alfandêga. Será que existe algum intensivo em Hogwarts para alunos bruxos maiores de 21 anos? Sério, eu não quero ter que recorrer ao ''Feitiço Express'' para isto! (Tudo bem, Modo Lunático Off).

quinta-feira, 26 de maio de 2011

News: Últimas da Semana #3

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Quem diria que, em tão pouco tempo, tanta coisa poderia acontecer no mundo literário?! Sinceramente, eu não... Mas é isto que me faz gostar tanto do universo editorial: À cada dia que passa, mais novidades de mais livros surgem de todos os lugares possíveis. E, é exatamente para isto que existe o ''Últimas da Semana''!
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1° - Eduardo Spohr anuncia novo livro:
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O escritor brasileiro Eduardo Spohr publicou em seu blog algumas novidades sobre seu novo romance. Segundo ele, a trama continua no universo de ''A Batalha do Apocalipse'' e a história retratará o cotidiano dos anjos de baixa hierarquia na Guerra Civil entre Miguel e Gabriel, percorrendo o caminho inverso proposto no romance original - então o foco não são os grandes generais e sim os “peões” desse universo.
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Esse será o primeiro livro de uma série, ainda sem definição quanto ao número de volumes, só mais pra frente quando o escritor tiver uma dimensão maior do rumo que a história está tomando é que poderá se “prever” um número de livros. O título e sinopse ainda não foram definidos, mas serão anunciados no próximo mês. A arte da capa também será anunciada no próximo mês, se tiver sido concluida.
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Comentário Pessoal: Eu preciso dizer o quanto eu fiquei feliz em descobrir esta notícia?! Tudo bem, eu dei uma ''pausa'' na minha leitura de ''A Batalha do Apocalise'', mas só estou esperando as minhas férias da Faculdade para poder voltar ao universo do livro e ler ele como se deve. E além do mais, saber que o Spohr está criando uma série Spin-Off de ''Batalha'' me fez praticamente dançar em frente ao computador! (Balançando a cabeça no ritmo de ''Till The World Ends''...)
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2° - Divulgado capa de “The Son of Neptune”:
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O escritor norte-americano Rick Riordan acabou de anunciar em seu blog a capa do livro ''The Son of Neptune'', segundo volume da série ''Os Heróis do Olimpo''.
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No Brasil o primeiro volume da série, ''O Herói Perdido'', foi lançado na semana passada e já está a vendas. Na série, o autor mistura o universo das lendas gregas já conhecida da série ''Percy Jackson e os Olimpianos'' com a mitologia romana. Além da capa, ele também disponibilizou para a leitura o primeiro capítulo, que pode ser visto (em inglês) através deste link.
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Comentário Pessoal: Tá, essa palavra meio que já está ficando banalizada, mas... Que. Capa. ÉPICA! Sério, ela é MUITO linda. E isto só aumenta o meu peso na consciência, já que o primeiro volume da série, ''The Lost Hero'', faz parte da minha pilha de ''Livros que Comprei e que Ainda Não Li - Mas que as Continuações já estão Saindo e Eu não Sei o que Fazer'' e, com isto, eu não posso nem ler a prévia que o Rick colocou lá no blog dele!
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3° - Revelada Capa-Provisória de ''A Canção da Terra'':
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Também nesta semana, o escritor André de Lima divulgou em seu blog oficial a pré-capa e o título de ''A Canção da Terra'', segundo volume da série ''Territórios'' - cujo o primeiro romance, ''O Cinturão de Fogo'', já foi resenhado aqui no ''Na Minha Estante''.
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A imagem, que é uma concepção ainda não acabada, segue o mesmo estilo de diagramação do 1° livro -  e a arte também foi idealizada pela mesma designer de ''Cinturão'', Andréa de Lima. A sinopse deste novo volume ainda não foi divulgada, mas o autor garantiu no mesmo post que em breve irá disponibilizar review do segundo livro.
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Comentário Pessoal: E a minha dancinha continua... Para quem ainda não leu a minha resenha de ''O Cinturão de Fogo'', eu tenho que dizer que este livro É muito bom! (*-*) Na verdade, a forma como ele acaba é meio cruel (Já que... Esquece, eu prometi para mim mesmo que iria me segurar nos Spoilers!), por isso que - desde que acabei o primeiro volume - eu vinha contando os dias para o anuncio da continuação.
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4° - Capa do livro “Clockwork Prince”:
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Na quarta-feira, foi anunciado na ''BookExpo America'' a capa do segundo volume de ''The Infernal Devices''. A série é uma prequel de ''Os Instrumentos Mortais'', escrito pela autora Cassandra Clare, que se passa na Inglaterra da Era Vitoriana em um tempo antes dos tratados de paz entre os Shadowhunters e os Downworlders existirem. Não é necessário ler uma série para entender a outra.
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''Clockwork Prince'' tem previsão de lançamento nos EUA para 6 de dezembro nesse ano. O terceiro, ''Clockwork Princess'', será lançado em novembro de 2012. No Brasil o primeiro volume da série tem previsão de lançamento para o início de 2012 com o título “A Mecânica dos Anjos“.
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Comentário Pessoal: Eu confesso, não sou o maior fã do mundo da série ''Os Intrumentos Mortais''... Eu não gostei muito da introdução da história em ''Cidade dos Ossos'', e só estou esperando começar a ler o meu ''Cidade das Cinzas'' para ver se a minha ''antipatia'' com a saga continua ou não. Porém, mesmo eu não tendo caído de amores pela série principal, a sinopse deste prequel me chamou muito mais a atenção. Eu sei, é meio confuso, mas estou mais ancioso pela chegada de ''A Mecânica dos Anjos'' (é, tradução FAIL) aqui no Brasil do que pelas continuações das aventuras de Clary e Jace.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Resenha: Nikki Chegou Para Ficar

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Emerson Se Foi...
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Emerson Watts odeia seu nome, tem problemas com quase todo mundo na escola e seu melhor amigo parece nem desconfiar de sua paixão por ele. Parece que ela tem problemas? Pois um acidente num shopping aproxima Em e a famosa modelo Nikki Howard muito mais do que deveria, e é aqui que os problemas começam de verdade. Em - que já não era nenhuma rainha do Baile - não é mais a mesma. Literalmente.
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...Nikki chegou para ficar!
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O Que eu Achei?
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Se tem uma escritora que invade a minha estante só com o seu nome, com certeza é a Meg Cabot. Até hoje, não li um único livro dela que eu não tenha gostado - sem falar que, sempre quando eu estou me sentindo meio para baixo, não tem nada melhor para levantar o  meu humor do que um texto produzido por ela.
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Mesmo sabendo disto tudo, eu confesso que fiquei com um pé atrás depois de ler a sinopse  (completa, não a do Skoob...) de ''Cabeça de Vento'', primeiro romance da trilogia que leva o mesmo nome. Até por que, quem não ficaria?!  Afinal, uma história que mistura transplantes de cérebros, com o universo das celebridades e os dilemas dos adolescentes não se parece - à primeira vista - ser muito crível.
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Só que é aí que está... A Meg tem um dom tão grande com as palavras que, mesmo com uma trama que tinha tudo para dar errado, ela consegue contar uma história fascinante e, ao mesmo tempo, verossímel. Recheado de humor, referências à Cultura Pop americana e, é claro, personagens cativantes, ''Cabeça de Vento'' tem tudo o que é preciso para agradar aos fãs da autora. E até quem não é fã também.
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E verdade seja dita, este é um dos fatores que me fazem gostar à cada dia mais da Meg Cabot... Além de simpática e ter um estilo narrativo único, a mulher sabe se re-inventar. Não importa se é um romance para adolescentes, adultos, policial, sobrenatural ou ficção científica. Os livros dela são o máximo da diversão. E ''Cabeça de Vento'' não é diferente (mesmo sendo, claramente, apenas a introdução da série).
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Quem Me Conquistou?
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''Cabeça de Vento'' é um daqueles raros casos de livros em que você cria um carinho especial por todos os personagens. Sem exceção... Tudo bem, eu confesso que tive uma preferência ''um pouquinho'' maior pelo núcleo das Celebridades Jovens, mas nem por isto eu preteri os outros. Para exemplificar isto, as minhas personagens preferidas na trama são justamente duas representantes dos dois grupos: Lulu Collins (a filha de um famoso produtor de Hollywood e que acredita cegamente que a amiga Nikki Howard sofreu uma ''transferência espirítual'' à mando dos cientologistas) e Frida Watts (irmã mais nova da Emerson, e que é o completo oposto da garota).
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Meu Quote Favorito
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''- Espere  um pouco - eu pedi - Então, de acordo com o Estado de Nova York, eu estou morta?
- Emerson Watts está morta - corrigiu ele.
- Mas... EU sou Emerson Watts! - exclamei.
- É mesmo? - perguntou ele sorrindo.''
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página 163
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Minha Playlist
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Música: New Perspective - Artista: Panic! At The Disco
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Para a minha playlist de ''Cabeça de Vento'', eu pensei em várias músicas: Vogue, Piece of Me... Mas era tudo muito superficial. Nenhuma parecia traduzir a VERDADEIRA essência do livro. Pois ''Cabeça de Vento'' fala mais do que sobre o universo da moda ou preço da fama. O que ele aborda, na verdade, é como o seu ponto de vista pode mudar quando você se vê no ''outro lado da moeda''. E, para mim, não existe canção melhor para exemplificar isto do que ''New Perspective''.
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TÍTULO: Cabeça de Vento
TÍTULO ORIGINAL: Airhead
SÉRIE: Cabeça de Vento
PÁGINAS: 319
AUTOR(A): Meg Cabot
EDITORA: Galera Record
NOTA: 8,0

domingo, 22 de maio de 2011

Coluna: Meu Carrinho #13

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A Coluna ''Meu Carrinho'' é um vídeo-post inspirado no meme ''Minha Caixa de Correio'', do blog literário ''The Story Siren'', onde eu comento um pouco sobre as minhas compras literárias, e o que achei de cada uma delas.
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O vídeo de hoje está cheio de novidades. Quero dizer, são apenas duas, mas elas são muito legais. Uma delas era algo que eu estava querendo fazer para vocês já faz um tempinho. Não reparem na minha voz... Ela ainda está meio rouca por causa da gripe, mas ela está entendível - o que é o importante, na verdade!
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Clique abaixo para ver:
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O que eu li?
- Fazendo o Meu Filme: A Estreia de Fani, de Paula Pimenta
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O que estou lendo?
- Cabeça de Vento, de Meg Cabot
- Crepúsculo: Guia Oficial Ilustrado da Série, de Stephenie Meyer
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O que chegou?
- Os Instrumentos Mortais: Cidade das Cinzas, de Cassandra Clare
- Wake: Despertar, de Lisa McMann
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Pessoas Citadas:
- Lívia, do blog Whishing a Book.
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Música-Tema desta Edição:
Música: Livin' On a Prayer
Artista: Bon Jovi
Álbum: Slippery When Wet
Ano: 1983

Meme: Book Blogger Hop #7

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Depois de o ''Fim do Mundo'' ter sido adiado para 2012 por falta de estrutura... Finalmente, depois de uma semana TENSA, o Domingo chegou! (soltando fogos de artifício ao som de ''Till the World Ends''). O que significa que hoje teremos mais um ''Book Blogger Hop'', das meninas do Murphy's Library.
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Para quem não conhece, o meme nada mais é do que uma forma mostrar a diversidade de blogs literários que temos no Brasil — e conhecer um pouquinho mais dos blogueiros também. Nele, cada um responde à uma mesma pergunta envolvendo o universo literário, publicando ela no seu próprio blog e compartilhando o link no Post Original do ''Murphy's''.
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E a pergunta desta semana é: 
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Qual seu vilão favorito do mundo literário?
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Minha Resposta:
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Wow... Esta era uma pergunta que eu estava esperando responder já faz um tempinho. Não por que ela seja um clichê, mas sim por que eu tenho uma resposta na ponta da língua. Apenas uma não... Três.
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A primeira seria, of course, o Tom Servolo Ridle (AKA Lord Voldemort... ou Voldemort, o Grande - como na tradução da Noruega). É, eu estou ciente de que esta é uma resposta bem clichê e sem vergonha. Mas ele foi o ''meu primeiro vilão'' (que coisa fofa... ¬¬'). Eu acompanhei a sua trajetória em busca do Puro Poder ao londo de, mais ou menos, oito anos (o tempo que levei para ler a série Harry Potter toda). Eu conheci a sua história, tive pena, medo e raiva durante todo este tempo... Mas nunca o odiei. Pelo contrário, o considero como um dos melhores personagens da literatura atual. Se não o mais F@#ástico... Uma pena que a Tia Jo não deu um final muito digno para ele (Expelliarmus é f@#a!).
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A minha segunda resposta seria Sua Majestade Imperial Jadis, Castelã de Cair Paravel, Imperatriz das Ilhas Solitárias, ou simplesmente a Feiticeira Branca, de ''As Crônicas de Nárnia''.... Tudo bem que, na série, o ''deus'' Tash me causou muito mais medo do que ela - mas, para mim, ela É a vilã da história (tanto que é a única que aparece em mais de uma história). Até por que, para mim, um vilão não tem que apenas fazer maldades e causar medo... Ele tem que ter presença e um carisma assustador. Quando surgir, ser classificado como a encarnação do Mal. E isto ela é. Sem falar que a Jadis foi a ÚNICA personagem do ''lado negro'' da literatura que já apareceu em um pesadelo que tive (na verdade foram dois, mas deixem queto!).
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Já a minha terceira resposta é um pouco mais atual... Na verdade, ela é o fruto de noites e mais noites  à toa lendo teorias malucas em sites sobre conspirações. E qual seria ela? Bom, nada mais nada menos do que a Capital, o governo carniceiro e ditatorial da trilogia ''Jogos Vorazes''. Por mais maluco que possa ser, entre os três, ele é o mais próximo da realidade - logo o mais possível de se tornar real. Tudo bem, sei que estou viajando bonito na maionese... Mas, durante a leitura, foi este o medo que me dominou ao imaginar estar passando por uma situação daquelas. E, convenhamos, não seria nada legal.
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Link do Meme.

sábado, 21 de maio de 2011

Resenha: A Vida é um Filme

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima.
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“Fazendo meu filme” nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades. 
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O Que eu Achei?
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''Fazendo o Meu Filme'' foi um livro que comprei por pura curiosidade. Desde que ouvi falar sobre a série de Paula Pimenta, sempre tive uma enorme vontade de ler e conhecer a história. Só que o meu desejo não passava disto: Uma vontade.
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Basicamente, adiei por anos (sim, eu não conheço os livros de agora) o momento de comprar o volume simplesmente por achar que a história de uma garota prestes à entrar em um programa de intercâmbio não valesse TANTO à pena. Deveria ser legal, engraçada, divertidinha e... só. Para mim, este seria um típico livro para adolescentes em que eu leria a trama em um dia, e no outro já teria me esquecido dele.
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É... Ledo Engano.
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A primeira coisa que eu gostaria de falar nesta resenha é qua a Paula Pimenta TEM o dom da escrita. Desde o 1º parágrafo, ela e sua protagonista - a cinéfila Fani Castelino - me conquistaram na hora. Com um jeito tímido, simpatia e muitas idéias malucas, esta Colecionadora implacável de DVD's acaba se mostrando uma ótima protagonista. Em vários momentos da história eu consegui me identificar com ela, com o carinho e o zelo com que ela trata os seus xodós guardados em embalagens plásticas (só que no meu caso são livros... Não filmes!), com a sua imaginação aguda ou com a paixão que à leva a fazer dezenas de loucuras - mesmo eu sendo um garoto ''um tanto insencível'' (segundo a avaliação dos meus pais!).
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Outro ponto positivo do livro é o jeito com que a autora conduz a história. A narrativa da Paula Pimenta é muito gostosa de se ler, te leva à páginas e mais páginas sem perceber, e quando se dá conta, já está acabando o livro - sem falar que a escrita desta mineira me lembrou muito do estilo amalucado e ''Girlie'' da Meg Cabot (o que é um elogio, considerando que muitos tentam seguir este caminho e, no final, acabam dando de cara na parede!).
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Só que, o que mais me surpreendeu durante a leitura foi, sem dúvida alguma, a capacidade da Paula de te levar de um sentimento à outro em uma questão de segundos. Eu ri, prendi a minha respiração e fiquei com o coração nas mãos várias vezes. E o final... ah, eu não sei nem o que falar. Só para se ter uma idéia, durante os últimos 12 capítulos (mais ou menos isto), eu quase acabei com uma caixa inteira de lenços de papel (não que eu tenha um estoque de Caixas de lenço de papel no meu armário... mas eu estava resfriado, o que acabou contribuindo um pouco para o meu estado).
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Como se não bastasse isto tudo, a diagramação do livro é perfeita... Desde a capa maravilhosa - com direito à título em alto relevo e ilustrações destacadas com decalques - aos recuros visuais que foram utlizados durante a formatação dos textos, tudo no volume transpira o cuidado que a autora, os revisores e a editora tiveram com a obra toda (mesmo com as folhas sendo brancas, e não aquelas feitas de pólen).
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Por isso, agora que eu acabei de ler o livro, tudo o que eu posso dizer é que - se você ainda não leu ou nunca ouviu falar sobre a série ''Fazendo o Meu Filme'' - não perca tempo! Este, sem sombra de dúvidas, está entre os melhores títulos da nova literatura jovem nacional.
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Meu Quote Favorito
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''- Eu vou te esperar - ele falou mais uma vez, baixinho no meu ouvido. - O filme está apenas começando. Eu sorri para ele no meio das lágrimas, ele sorriu de volta, e eu percebi que ele estava certo. Aquilo era só trailer. Agora era que o filme realmente iria iniciar.''
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página 327
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Minha Playlist
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Música: Velha Infância - Artista: Tribalistas
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Uma das coisas que mais me chamaram a atenção durante o livro foi o gosto musical dos personagens... Mesmo sendo adolescentes, a galera não perde tempo com qualquer coisa, e possuem um ouvido apurado. Entre as várias playlist que surgem ao longo das páginas, dezenas de músicas se destacam - e, para mim, ''Velha Infância'' é a canção que mais traduz o livro. Tudo bem que, se você prestar a devida atenção na letra, vai receber um Spoiler IMENSO da trama. Mas esta música é linda - e me fez relembrar dos tempos mais simples da época de escola (falou o velho de 21 anos... ¬¬').
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TÍTULO: A Estreia de Fani
SÉRIE: Fazendo o Meu Filme
PÁGINAS: 331
AUTOR(A): Paula Pimenta
EDITORA: Gutenberg
NOTA: 9,0

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Coluna: Quotes da Semana #4

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Este post já era para ter sido publicado à bastante tempo... Só que, no meio do caminho, havia uma pedra - ou uma gripe, como vocês puderam confirmar na minha vídeo resenha sobre o filme ''Eu Sou o Número Quatro''. Porém, mesmo estando com um atraso de (mais ou menos) uma semana, não tem como não postar so quotes que separei para esta edição - que são do apaixonante, e 100% nacional, ''Fazendo o Meu Filme 1: A Estreia de Fani'' (que, por acaso, já terminei de ler e vai ter resenha dele já, já aqui no blog).
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Quotes da Semana #4:
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''- Fani, eu admiro muito você. Eu, no seu lugar, teria não só dito o palavrão, mas também teria jogado a carteira para cima, saído pisando duro, e batido a porta da sala!.
    Eu olhei parar ele admirada e ele riu.
- Bom, pelo menos eu teria tido muita vontade de fazer isto - ele disse me abraçando.''
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Fazendo o Meu Filme 1: A Estreia de Fani, página 65.
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''- Absolutamente!, ela falou de repente. - Eu não quero que depois, daqui a alguns anos, você jogue na minha cara que eu deveria ter te obrigado a ir nessa festa, por que eu sei que é exatamente isso que os filhos fazem! (...)''
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Fazendo o Meu Filme 1: A Estreia de Fani, página 186.
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''(...) Você pode fazer o que te der na telha, desde que fique bem longe de mim. Tem muito tempo que eu queria falar isso, mas estava tendo consideração por você, por que eu sei que você é a pessoa mais preocupada do mundo com o que os outros pensam ao seu respeito. Pois agora eu não estou nem aí com o que os outros vão pensar de você, não estou nem aí pra nada da sua vida. Quer saber? Tô fora!''
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Fazendo o Meu Filme 1: A Estreia de Fani, página 199.
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''Funnyfani: Não, na verdade eu tenho certeza, sim! Eu até fiz uma lista com o nome de todos os meninos de quem eu já gostei! E nenhum deles se parece com o Leo.
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Gabizinha: Quem apareceu nessa sua lista? Rick Martin? Francamente, né, Fani?''
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Fazendo o Meu Filme 1: A Estreia de Fani, página 224.
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''Eu prometi que ia escrever todos os dias. Ele me deu mais um último olhar silencioso, entrou no elevador, e eu fechei a porta.
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Na minha cabeça só vinha um pensamento. A porta tinha sido fechada, trancando todos os meus sonhos. E quando eu abrisse de novo, não teria mais nada do lado de fora. Só o vazio''.
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Fazendo o Meu Filme 1: A Estreia de Fani, página 308.
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''- Eu vou te esperar - ele falou mais uma vez, baixinho no meu ouvido. - O filme está apenas começando. Eu sorri para ele no meio das lágrimas, ele sorriu de volta, e eu percebi que ele estava certo. Aquilo era só trailer. Agora era que o filme realmente iria iniciar.''
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Fazendo o Meu Filme 1: A Estreia de Fani, página 327.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Coluna: Da Estante Para as Telonas #1

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Segunda feira é sempre um ótimo dia para começar coisas novas. Por isto eu escolhi hoje para publicar aqui no blog a nossa mais nova coluna: a ''Da Estante Para as Telonas''. Eu sei, o nome é meio tosquinho (para não falar que é por inteiro), mas aqui nós falaremos sobre nada mais, nada menos, que os filmes que tiveram suas origens nas páginas dos livros. 
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Vale lembrar que todos os comentários desta coluna são de um amante dos livros divagando sobre as suas opiniões ao ver um livro querido sendo adaptado nos cinemas. A pessoa citada (no caso, EU!) pouco entende sobre a sétima arte (olha a desculpa) - por isso, se for jogar alguma pedra, faça com carinho! '')
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Enfim, vamos parar de Lenga-lenga e começar logo este post... Pois, para abrir esta coluna com chave de ouro, nada melhor do que falar de um dos livros/filmes mais comentados ultimamente: Eu Sou o Número Quatro.
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''Na Minha Estante'' adverte: A resenha a seguir pode conter Spoilers ocasionais da trama abordada... Não que vá interferir em alguma coisa, mas é só para não falarem que eu não avisei!
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Sinopse do Filme:
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Em ‘Eu Sou o Número Quatro’, nove crianças dotadas e os seus guardiães são os únicos sobreviventes de uma guerra sangrenta no seu planeta natal, Lorien, e instalaram-se na Terra sob a proteção de um encantamento que obriga aos seus inimigos de os matarem por ordem numérica. Três deles morrem; o Número Quatro é o próximo. Escondido numa pequena cidade, o rapaz tenta fugir ao seu destino.
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O que eu achei?
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ps: Ignorem este meu jeito ''Steve Wonder Fanho''... Eu estou meio (para não dizer MUITO) gripado, então - para não chocar vocês com a minha aparência medonha - resolvi usar óculos (mas não pude fazer nada com relação à voz). 
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Ficha Técnica:
Nome: Eu sou o número Quatro
Diração: D. J. Caruso
Nome Original: I Am Number Four
Gênero: Ação, Ficção Cientifica, Suspense
Duração: 101 min.
Distribuidora: Dreamworks
Lançamento: 2011
Idioma: Inglês
Nota: 7,0
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Música-Tema desta Edição:
Música: Forever Young
Artista: Alphaville
Álbum: Easy Listening
Ano: 1984
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Resenha de ''I Am Number Four'': clique aqui.

domingo, 15 de maio de 2011

Meme: Book Blogger Hop #6

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Apesar de, dos últimas dias, o Blogger ter me sacaneado bastante (desculpe-me pelo palavriado chulo, mas ele não foi o único - ouviu, ''Total Express''?!), aqui estamos nós mais para mais uma edição do meme ''Book Bloger Hop'', do blog Murphy's Library.
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Para quem não conhece, o meme nada mais é do que uma forma mostrar a diversidade de blogs literários que temos no Brasil — e conhecer um pouquinho mais dos blogueiros também. Nele, cada um responde à uma mesma pergunta envolvendo o universo literário, publicando ela no seu próprio blog e compartilhando o link no Post Original do ''Murphy's''.
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E a pergunta desta semana é: 
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Qual a cena mais emocionante de um livro que você tenha lido recentemente?
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Minha Resposta:  
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Bom, faz muito tempo em que eu não me emociono DE VERDADE lendo um livro... Meus últimos títulos ou foram mais voltados para o humor, ou era mais ligados na ação e/ou mistério. Pode parecer meio ridículo (e, com certeza, é!), mas - das minhas leituras recentes - a única que me fez chorar foi o ''I Am Number Four'' (resenha aqui).
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Ele não é um drama nem nada (muito pelo contrário), mas quando dei por mim - durante os últimos capítulos - os meus olhos ficaram um tanto ''umidecidos''. Eu não quero contar nenhum spoiler, mas quem leu sabe que  algumas coisas no final não são muito previsíveis - pelos menos, eu achei que não iriam acontecer... 
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Mas, se eu voltasse um pouquinho no tempo, eu também poderia dizer que uma das mortes em ''Jogos Vorazes'' mexeu bastante comigo (resenha aqui). Eu gostava MUITO da personagem, e - inconscientemente - sabia que uma hora ou outra ela morreria... Mas não estava preparado para ela.
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Link do Meme.

sábado, 14 de maio de 2011

News: Últimas Novidades #2

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Era para eu fazer este post só na sexta... Mas como eu tô com tempo livre, e sei que vou me esquecer de fazer isto amanhã, resolvi juntar o útil ao agradável. No resumão de hoje, vou comentar sobre algumas coisas que já saíram faz um tempinho - mas só agora o Noob aqui soube!
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1°) Nova capa para ''Hades'':
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Hades é o segundo volume da trilogia autraliana Halo, cujo o primeiro livro já foi lançado aqui no Brasil pela editora Agir - e também possui resenha aqui no blog. Depois da polêmica com a capa publicada algum tempo atrás, foi agora divulgada uma nova versão, com várias mudanças. O livro está previsto para ser lançado no dia 30 de agosto, nos EUA - e ainda não tem previsão para chegar em prateleiras tupiniquins.
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Comentário pessoal: Eu gostei de Halo. Sério mesmo. Apesar do livro ter sido críticado por Deus e o mundo (trocadilho infeliz ¬¬'), eu gostei da mitologia criada pela Alexandra Adornneto ter respeitado a essência dos anjos. Tudo bem, o romance é muito ''Edward & Bella Wannabe'', mas eu simplesmente ignorei (aham, cláudia...).
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Eu gostei também da capa original de Hades, apesar de que parecia de um livro de banca (ou da J. R. Ward! =X). Agora, com o novo esquema de cores, puxando para o preto e branco com detalhes vermelhos, parece que a emitora quis imitar a idéia das capas da série ''Hush, Hush''...
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2°) ''Sendo Nikki'' nas Livrarias:
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Ainda este mês, chega às livrarias do país ''Sendo Nikki'', continuação da série ''Cabeça de Vento'', da autora americana Meg Cabot. Este é o segundo volume da trilogia ''Sci-Fi'' adolescente, e ela é publicada no Brasil pela Galera Record (o selo teen do Grupo Editorial Record). O terceiro volume, ''Runaway'', já foi lançado nos EUA, mas ainda não possui previsão para chegar por aqui.
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Comentário pessoal: Eu AMO a Meg. Gosto da maioria dos livros dela, do seu estilo de escrita, e por acaso já tenho o meu ''Cabeça de Vento''... Só que ainda NÃO li! Eu sei, um crime imperdoável. É, basicamente, o mesmo caso do que está acontecendo com ''Academia de Vampiros'': Eu já tenho o volume, a continuação já está lançando, e eu ainda nem toquei nele... Alguém, por favor, dá um jeito em mim?!
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3°) Divulgada a capa nacional de ''Elixir'':
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A editora ID anunciou em seu twitter a capa brasileira do livro Elixir, escrito pela atriz, cantora e compositora Hilary Duff. Na verdade a capa é exatamente a mesma da versão americana, sendo acrescentado apenas o selo editorial brazuca. O livro é um Romance Sobrenatural jovem-adulto, e conta a história de Clea Raymond, uma fotógrafa filha de um famoso político de Washinghton DC, que se vê envolvida em um grande mistério depois que seu pai desaparece durante uma missão humanitária. Nos EUA, o segundo livro da série - Devoted - tem previsão de lançamento para 11 de outubro desse ano.
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Comentário pessoal: Eu estou muito curioso com este livro. Não por ser fã da Hilary Duff (o que eu não sou), mas por ter achado a sinopse completa muito interessante - sem falar que metade do livro se passa no Brasil. Quase comprei ele em inglês mesmo, mas ainda bem que a editora ID foi mais rápida e decidiu publicar logo o volume por aqui.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Coluna: Julgando Livros Pela Capa #3

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E depois de um hiato de DOIS meses, finalmente - direto do ''Túnel do Tempo'' - chega para vocês a 3° edição da coluna ''Julgando Livros Pela Capa''!
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Vejam bem, eu AMO de paixão fazer este post. Só que tem um pequeno probleminha... ''Dá ''  um trabalhão coletar todas as capas de um mesmo livro - mesmo que, do nosso lado, esteja a barra de busca do Google!  Só que nem sempre é fácil encontrar a palavra chave certa para determinada imagem - sem falar que sou um preguiçoso de marca maior, porém isto não é desculpa.
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Mesmo com todo o trabalho que ''dá'', é sempre maravilhoso encontrar uma nova arte de um livro que você gosta. E, desta vez, me diverti bastante navegando mundo à fora atrás de capas diferentes para ''A Breve Segunda Vida de Bree Tanner''.
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Então, ficaram curiosos com o que eu achei?!
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EUA: A arte mais famosa do livro... A capa americana de ''Bree Tanner'' segue os mesmos padrões estabelecidos nos livros anteriores da ''Saga Crepúsculo'': Fonte prateada, fundo negro, contraste do vermelho com o branco e etc. Porém, por mais que ela já siga um modelo pré estabelecido, ainda sim ela consegue nos surpreender - sem falar que o significado da ampulheta foi um dos mais legais já criado para uma capa da série.
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Brasil: Assim como nos volumes anteriores, a editora Intrínseca decidiu por manter a capa original na versão brasileira - o que foi muito legal, já que não alterou muita coisa, e assim podemos ver o detalhe ''fang'' na letra T do título (uma das formatações mais legais já criada para um logo da saga).
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Alemanha: Muita gente baba pelas capas alemãs da série... Mas eu nunca achei elas tudo isto. Na verdade, acho as artes de lá bem esquisitas. Sei lá, a imagem sempre parece estar saturada demais, com cores estouradas - sem falar que usar desenhas sobrepostos ao retrato da garota (que sempre está cortada em um ângulo estranho) não me parece muito legal. Mas é aquilo: Gosto é gosto!
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ps: Da Alemanha, eu só gosto do trocadilho que eles fazem com o título da série - aquele do Mordida até/Até ''alguma coisa''... Em Bree Tanner Foi: Mordida até/Até os Primeiros Raios de Sol - A Segunda Breve Vida de Bree Tanner.
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França: As novas edições da Saga Crepúsculo na França conta com uma nova formatação para as imagens já conhecidas no mundo todo - às da capa americana. Só que eles não fizeram isto em ''Bree Tanner''. Na verdade, eles deixarão igual à original, só mudando o título (para um BEM bizarro): ''Chamada de Sangue - A Segunda Vida de Bree Tanner''. Uma pena.
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Espanha: Sem sombra de dúvidas, uma das mais interessantes e inovadoras capas de ''Bree Tanner''... Além de não usarem a mesma arte que a edição americana - como metade do mundo fez - eles ainda fugiram do padrão do ''fundo preto'', explorando bastante o contraste do branco e do vermelho. Foi uma ótima jogada eles terem deixado esta ''palmada de sangue'' na capa - como se a própria Bree quem tivesse tocado no livro. Gostei!
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Coréia: Eu nem tenho o que falar. As capas da Coréia são simplesmente lindas - e a de ''Breve Segunda Vida de Bree Tanner'' não poderia ser diferente (se você ainda não viu as outras imagens, procurem... Elas são de babar!). Amei a ilustração sombria e misteriosa da capa (bem ao estilo de ''O Chamado'' *-*) e amei² eles terem ''linkado'' a fita vermelha de Eclipse na imagem. Nem tem como: Esta é a minha capa preferida!
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Bom, de ''Bree Tanner'', é só isto que eu tenho para mostrar... Mas se você ficou curioso, e ainda não leu o livro, basta passar na minha resenha do volume e conhecer um pouquinho mais sobre esta história. Se você já leu e quer compartilhar a sua opinião, pode passar lá também!
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domingo, 8 de maio de 2011

Coluna: Meu Carrinho #12

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Como prometi na semana passada, está entrando no ar - em mais um domingo - a nossa 12ª edição da coluna Meu Carrinho! *-*
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Para quem não sabe, este é um vídeo-post inspirado no meme ''Minha Caixa de Correio'', do blog literário ''The Story Siren'', onde eu comento um pouco sobre as minhas compras literárias, e o que achei de cada uma delas.
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No vídeo de hoje, eu tentei fazer algo diferente... Eu meio que me embananei todo, por isso não reparem nas dezenas de''Aí... Aí... Aí²'', ''E ela... e ela... e ela²'' e outras frases do gênero (para não dizer que eu estava agindo de uma forma MUITO esquisita! o.O). Não sei muito bem se este modelo de ''Meu Carrinho'' vai continuar nas próximas edições - mas pelo menos eu tentei, né?!
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Clique abaixo para ver:
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O que eu li?
- I Am Number Four, de Pittacus Lore
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O que estou lendo?
- Fazendo o Meu Filme: A Estreia de Fani, de Paula Pimenta
- Crepúsculo: Guia Oficial Ilustrado da Série, de Stephenie Meyer
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O que chegou?
- Jogos Vorazes: Em Chamas, de Suzanne Collins
- My Invisible Boyfriend, de Susie Day
- Firelight: O Inimigo está Próximo, de Sophie Jordan
- Dvd de Harry Potter e a Câmara Secreta, em Widescream
- Marcadores Diversos
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Música-Tema desta Edição:
Música: Price Tag
Artista: Jessie J feat. B.O.B.
Álbum: Who You Are
Ano: 2010

Meme: Book Blogger Hop #5

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Feliz dia das Mães! (Se você não for mãe, considere este cumprimento para a sua...)
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Diferente da vez passada, eu não me esqueci do ''Book Blogger Hope'' desta semana. Na verdade, o meu único problema foi que a pergunta entrou no ar apenas ontem, e eu não tive muit oportunidade de responder logo - já que, nestes últimos dois dias eu não fiquei muito em casa... E o tempo em que fiquei, preferi escrever logo a minha resenha de ''I Am Number Four''.
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Para quem não conhece, o meme nada mais é do que uma forma mostrar a diversidade de blogs literários que temos no Brasil — e conhecer um pouquinho mais dos blogueiros também. Nele, cada um responde à uma mesma pergunta envolvendo o universo literário, publicando ela no seu próprio blog e compartilhando o link no Post Original do ''Murphy's''.
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E a pergunta desta semana é:
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Que personagem de um livro você gostaria de ser, e com que personagem você gostaria de sair?
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Minha Resposta:
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Quanto à primeira pergunta, eu juro que nunca pensei nisto... Na verdade, enquanto eu leio, eu fico imaginando como seria legal se eu fosse um dos amigos do personagem X ou Y (É, eu sei... Forever Alone!). Mas, se fosse para ser alguém, acho que escolheria o Percy Jackson. Ele é engraçado, luta melhor do que muito machão por aí, passa as férias em um acampamento fantástico, já viajou para tudo quanto é lugar, sem falar que eu seria o filho de um deus! (segundo aqueles testes ridículos, eu seira ou filho do Apolo ou da Afrodite... O que é engraçado, já que eu não me indentifico com nenhum deles! o.O').
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Já em relação à segunda pergunta... Bom, se fosse para escolher uma garota, com certeza seria Needy, de ''Garota Infernal''. Mas só depois de ela ter dado um basta na Jennifer, ido para a clínica psiquiátrica e se vingado do Low Sholder. (Esquisito, eu?! Imagina...).
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Link do Meme.

Resenha: O Legado de Lorien

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''Na Minha Estante'' adverte: A resenha a seguir pode conter Spoilers ocasionais da trama abordada... Não que vá interferir em alguma coisa, mas é só para não falarem que eu não avisei!
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Sinopse:
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Nove bebês aliens estão se escondendo entre os seres humanos, eles fugiram de seu planeta natal, Lorien, para se esconder na Terra. Uma espécie invasora, os Mogadorians, destruíram seu planeta, e seguiram eles a Terra para caçá-los. Cada um dos nove aliens é dado a um tutor para desenvolver seus poderes sobre-humanos enquanto se tornam adultos e lhes são atribuídos números. Estas últimas crianças de Lorien só pode ser mortas na sequência de seus números.
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O Que eu Achei?
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A primeira vez que eu ouvi falar de ''I Am Number Four'' foi no ano passado, em uma resenha (não me perguntem quem foi quem fez, nem o blog, por que a minha memória é horrível!).
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Ele poderia muito bem ter passado despercebido para mim se a autora (sim, eu me lembro que era de uma garota!) não tivesse utilizado uma frase mágica: ''Se você era fã da era High School das primeiras temporadas de ''Smallville'', com certeza ''I Am Number Four'' foi feito para você...'.
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Vejam bem, eu sou um eterno saudosista das eras originais de Smallville... Por mim, a série teria acabado no final da 3ª temporada (aquele desfecho seria perfeito - e ''linkava'' direitinho com o universo das HQ's). Porém, quando os criadores decidiram dar um novo rumo para as ''origens'' do Superman, eu meio que  fiquei órfão do mesmo jeito - já que eu não veria mais o meu alienígina (AKA super-herói) preferido tentando se ajustar no Colegial e ganhar o coração da Rainha do Baile.
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Então, já daí vocês devem terem percebido qual foi o efeito que esta simples frase causou em mim... Nem preciso dizer que, assim que comentei no blog (putz, por que eu não me lembro qual foi?! ), eu saí pela net e comecei a caçar informações sobre à história. No mesmo dia, eu consegui ler outras três resenhas, descobrir que a história estava sendo adaptada para o cinema, ver o primeiro  teaser-trailer e ser inforamdo que a Editora Intrínseca iria lançar o volume por aqui.
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Nem preciso dizer que eu (me desculpem o termo chulo) enchi o saco da editora através do twitter para saber quando eles iriam resolver publicar a tradução. Mas, no fim, a minha ansiedade ganhou e eu não consegui esperar por uma resposta... Acabei comprando o livro em inglês mesmo e comecei a ler ele assim que chegou aqui em casa.
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No mesmo dia, mergulhei na história de Quatro, um dos nove sobreviventes do planeta de Lorien, que veio para Terra tentar fugir dos Mogadorians - uma raça alienígina ambiciosa e malígna, que rouba os recursos naturais de outros planetas, depois de quase destruírem o próprio. Para proteger os nove Loriens restantes, as crianças fogem acompanhadas por seus Cêpans (uma espécie de guardião sem poderes, cuja a missão é proteger e treinar os Gards - os Loriens que desenvolvem dons sobrenaturais) e sobre elas são lançadas uma espécie de ''encanto'' - onde os nove só podem ser assassinados em uma certa sequência numérica.
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Logo de cara, descobrimos que os três primeiros Loriens da ''lista'' já morreram, e que o Quatro é o próximo (frase redundante...). Tentando escapar dos Mogadorians, ele e seu Cêpan, Henri (nome lindo! *-*) mudam-se às pressas para a pequena cidade de Paradise, Ohio, para se esconderem e levarem uma vida mais discreta.
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Quatro, agora apelidado de ''John Smith'', de primeira pensou que não ia se acostumar com a nova vida. Afinal, o que uma cidade pequena no meio do nada poderia oferecer?... Só que logo ele viu que estava enganado. Já no primeiro dia de aula, ele conhece o Sam (um nerd louco por histórias de ET's e que vira de cara um sério candidato à ser seu melhor amigo - coisa que ele não teve muito neste tempo aqui na Terra), a Sarah ( a Garota-Mais-Bonita-da-Escola e que por acaso parece estar se interessando DEMAIS nele), o Mark (o Capitão-Poular do time da escola, que é o ex-namorado da Sarah e um idiota de marca maior) e - é claro - o (já famoso) cão Bernie Kosar.
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Isto para mim foi um prato cheio. Ao longo das páginas, eu me deliciava com a história contada no livro, e podia dizer claramente que eu já estava fisgado pela narrativa do John - hora dividindo as suas atenções para sua vida ''normal'' no Ensino Médio, ora aprendendo mais sobre o seu passado e suas habilidades sobrenaturais.
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Só que eu não contava com uma coisa: Duas semanas depois que eu iniciei a minha leitura, a editora Intrínseca resolveu publicar o livro aqui no Brasil. Com isto, a blogosfera literária se encheu de resenhas e eu, como sempre, não consegui conter a minha curiosidade e li mais do que deveria.
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Depois de algum tempo me alimentando só de Spoilers e opniões alheias, tudo aquilo acabou me saturando. Sempre que eu pegava o livro para ler, a história não me prendia mais - sem falar que os comentários ''maldosos'' (por falta de uma palavra melhor) de algumas críticas acabavam me enchendo a cabeça, e com isto, eu deixava o livro de lado. E foi assim durante quase um mês inteiro - até que eu decidi que aquela situação já estava ficando ridícula!
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Afinal, eu estava gostando da história... Os personagens tinham me conquistado, e não seria a opnião alheia (e contrária) que iria mudar isto (vide o caso ''Crescendo''). Foi então que a minha leitura retomou o seu ritmo normal. E o ''problema'' foi superado TÃO bem que, quando eu menos percebi, eu já estava virando a página final - em estado de transe com as derradeiras cem páginas, não acreditando que o livro tinha acabado. O que me fez perceber que, ao enrolar com o livro, eu acabei me apegando ainda mais à ele. Se antes ''I Am Number Four'' seria apenas mais uma leitura divertida, agora com certeza ele havia entrado de supetão na minha lista de ''Must Reads'' (que, quem conhece, sabe que é MUITO seleta).
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Mesmo tendo lido o livro durante quase dois mesmes, eu não queria ter de me separar dele. Porém, agora que ''acabou'', tudo o que me resta é me controlar o máximo possível e esperar por ''The Power of Six'', o segundo livro da séire, que deve ser lançado ainda este ano nos EUA (e que eu, mais uma vez, não vou esperar e irei comprar em inglês mesmo).
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O Ponto Alto
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''I Am Number Four'' é um daqueles livros em que você tem vontade de mergulhar dentro dele (pelo menos, para mim foi assim...).
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Eu poderia colocar no ''Ponto Alto'' a cena do Halloween, onde o Quatro FINALMENTE encontra uma finalidade para os seus dons - ou quem sabe mesmo os capítulos sobre a festa na casa de Mark James e suas consequências (nem um pouco agradáveis)... Mas aí eu não estaria sendo justo, nem com o livro, nem comigo.
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Pois, os momentos que mais me marcaram na leitura foram, justamente as cem últimas páginas. O clímax do livro é tão cheio de reviravoltas, ação e ''outras coisas mais'', que eu não sabia se ficava tenso, com medo pelos personagens, ria de alguma situação, ou até mesmo chorava. (*Sim, eu chorei com o final de ''I Am Number Four'', e daí?!)
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Momento Desnecessário
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Geralmente, para se contar uma história, um autor precisa de muitos recursos. Em ''I Am Number Four'', Pittacus Lore (é, eu sei que é um pseudônimo!) fala sobre o passado do Quatro através de visões do passado. Os Flasbacks sobre o dia da destruição de Lorien eram até legais no começo, mas depois começaram a ficar repetitivos e cansativos (para não falar ''chatos'' mesmo...). Quase que pulei o último - se não fosse por uma revelação de última hora. Talvez, se ele tivesse reduzido estas visões para duas ou três participações na história, estas cenas não ficassem tão arrastadas... Mas como não foi assim, e infelizmente nem tudo é perfeito, eu definitivamente as escolho como os ''Momentos Desnecessários'' do livro.
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Quem me conquistou?
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Já deve até estar chato de ler isto, mas definitivamente os coadjuvantes roubam a cena. Henri, Sam, a número Seis (*-*) e Bernie Kosar (sim, o ''cachorro'') simplesmente saltam das páginas do livro à cada aparição. Eu gostei MUITO dos quatro, mas isto não significa que eu tenha odiado o John ou a Sarah. Na verdade eu até entendo o disco repetido do Four - Céus, o cara só tem 15 ANOS! - e, para mim, a Sarah é mais uma à entrar para o ''seleto'' hall de personagens injustiçadas do universo dos livros jovem-adulto...
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Ela é normal? É... Mas qual é o problema disto?! O fato de ela não sair por aí chutando bundas e com uma metralhadora na mão não é motivo para querer que ela morra. (Acho que, depois deta, eu estou começando á pensar em criar o F.A.P.Y.A.I. - Fundo de Apoio aos Personagens Young Adults Injustiçados).
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Quem eu odiei?
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Quem eu Odiei? Sem dúvida alguma, foram os Mogadorians - os aliens do Mal. Foi uma resposta clichê? Sim, mas eu não tive culpa.... Até por quê, eu não odiei mais ninguém. Nem o Mark, que em metade do livro foi um completo babaca, me importunou tanto assim.
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Por isto eu fico com o óbvio... Por isso eu escolho os Mogadorians.
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A Capa
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Se tem uma coisa que eu não tenho vergonha de dizer é que eu AMO a capa de ''I Am Number Four''... Toda a arte gráfica, desde á Jacket (com detalhes em Baixo-relevo) até a Hardcover (o símbolo dos Lorien impresso em vermelho metalizado é simplesmente lindo!) é um verdadeiro show - provas de um projeto de primeira linha. Por isso, mais uma vez, eu me rendo ao pessoal das artes gráficas da Harper Teen e fico sonhando com o dia em que livros 100% nacionais possam também serem lançados deste jeito...
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Minha Playlist
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Música: Save Me - Artista: Remy Zero
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Se você não sabe que música é esta, então não teve vida... Até por quê, ''Save Me'' é um dos melhores temas-de-abertura de uma série dos, sei lá, últimos 15 anos. Então, como foram os anos dourados de  ''Smallville'' que me fez - indiretamente - ler '''I Am Number Four'', nada melhor do que dedicar a Música Principal das aventuras do jovem Clark Kent para o também intergalático - e candidato à Herói da nova geração de aliens - número Quatro.
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TÍTULO: I Am Number Four
SÉRIE: The Lorien Legacies
PÁGINAS: 440
AUTOR(A): Pittacus Lore
EDITORA: Harper Teen
NOTA: 8,5

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Coluna: Quotes da Semana #3

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E não é que, finalmente, estou conseguindo atualizar semanalmente uma coluna?!
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No post de hoje, teremos quotes de ''I Am Number Four'' (sim, eu já acabei de ler ele... Mas como foi esta semana que eu chegei à última página do livro e eu ainda não fiz a resenha - prometo que sai este final de semana! - ele volta por aqui).
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ps: ATENÇÃO! O ''Quotes da Semana'' de hoje pode conter Spoilers ocasionais do livro abordado. Tudo bem que eu tentei editar o máximo possível, mas...
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Quotes da Semana #3
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''Eu não teria perdido um segundo disto, Guri. Nem por nada que havia em Lorien. Nem por todo o maldito mundo''.
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- I Am Number Four, página 424
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''Eu não teria perdido um segundo disto, também. Por nada.(...) Eu vou levar você de volta ainda. De alguma forma eu vou levar você de volta para Lorien. Nós sempre brincamos sobre isso, mas você foi o meu pai, o melhor pai que eu jamais poderia ter pedido. Eu nunca vou te esquecer, nem por um minuto enquanto eu viver.(...)''
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I Am Number Four, página 437

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Coluna: Eu Quero #4

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O mês de maio já começou, o significa que novas adições entraram para a minha (nem um pouco) ''pequena'' lista de desejos literários... Tudo bem que, segundo o Henri responsável e bem  organizado que se esconde dentro de mim, hoje seria o dia em que eu postaria a minha resenha de ''I Am Number Fourr'; mas vamos fingir que eu não troquei as bolas e acabei mudando a ordem dos posts! =X
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Firelight - Sophie Jordan
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A jovem Jacinda é especial. Além de pertencer a uma espécie descendente de dragões cuja maior habilidade é poder alternar entre a forma humana e a animal - os draki -, ela é uma das únicas de seu clã que consegue cuspir fogo. Quando uma atitude rebelde ameaça a existência dos outros membros de sua comunidade, ela e sua família têm que fugir e viver disfarçadas entre os humanos. 
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Na nova escola, Jacinda precisará esconder seu segredo de todos e aprender a controlar seu espírito draki, que teima em se manifestar logo na presença do belo e charmoso Will, um caçador de dragões. Os dois se apaixonam e irão fazer de tudo para que os muitos segredos e diferenças que os separam não os impeçam de viver esse amor. 
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O que eu espero?
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Romance Sobrenatural ''jovem adulto'' com um dragão? Foi isto mesmo o que eu li? Bom, depois de nos depararmos com uma sinopse tão ''surpreendente'' quanto resta, só nos resta duas alternativas: Ou a Sophie Jordan se saiu MUITO bem neste volume, ou a história é um fiasco. Eu REALMENTE não sei o que esperar sobre este livro, por isto estou pagando para ver... literalmente!
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Página do livro no Skoob.
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Promessa de Sangue - Richelle Mead
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A vida da guardiã Rose Hathaway nunca será a mesma. O recente ataque a Academia St. Vladimir devastou todo o mundo Moroi. Muitos estão mortos. E, pelas poucas vitimas carregadas pelos Strigoi, o destino deles é ainda pior. Uma rara tatuagem agora adorna o pescoço de Rose, uma marca que diz que ela matou Strigoi demais para contar.Mas apenas uma vitima importa… Dimitri Belikov. Rose agora deve escolher, um de dois caminhos bem diferentes: princesa – ou, abandonar a academia para sair sozinha em uma caça para matar o homem que ela ama. Ela terá de ir ao fim do mundo para encontrar Dimitri e manter a promessa que ele implorou para ela fazer. 
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Mas a pergunta é, quando a hora chegar, ele irá querer ser salvo? Agora, com tudo em jogo – e mundos de distancia da St. Vladimir e sua desprotegida e vulnerável, e recentemente rebelde, melhor amiga – Rose pode encontrar forças para destruir Dimitri? Ou, ela vai se sacrificar para ter uma chance em um amor eterno? 
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O que eu espero?
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É isto aí... O quarto livro da série ''Academia de Vampiros'' já está sendo lançado por aqui, e eu ainda nem encostei no meu 3º. Isto me lembra que eu tenho que PARAR de ficar furando a minha fila de leitura. E, desta vez, é sério! Nem sempre fazer isto vai valer muito à pena, e depois eu fico só na decepção (assim como foi com ''Cidade dos Ossos'' e como quase foi com Dezesseis Luas...).
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Página do livro no Skoob.

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