quinta-feira, 16 de abril de 2015

Resenha: Síndrome Psíquica Grave

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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A Paciente, Leigh Nolan (essa sou eu), começou seu primeiro ano na Universidade de Stiles. Ela decidiu se formar em psicologia (apesar de seus pais preferirem que ela estudasse tarô, não Manchas de Rorschach). A Paciente tem a tendência a analisar demais as coisas, especialmente quando isso envolve o sexo oposto. Exemplo: por que Andrew, seu namorado de mais de um ano, nunca a convida para passar a noite com ele e dar o próximo passo no relacionamento — leia-se transar? E por que ela passou a ter sonhos eróticos com Nathan, o colega de quarto de Andrew que tanto a odeia?
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Fatos agravantes incluem: outros alunos de psicologia supercompetitivos, uma professora que precisa urgentemente de análise e uma colegial que acha que a Paciente é, em uma palavra, ingênua.
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O que eu achei?
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Nós chegamos a um livro novo (e desconhecido) por muitas formas diferentes. Na maioria dos casos, são as sinopses. Em outras, são as capas. Muitas vezes são um autor, ou até mesmo um gênero favorito. No meu caso em especial com o "Síndrome Psíquica Grave'', o meu interesse surgiu através de uma... citação. E, devo ressaltar, foi a primeira vez na minha vida de leitor que aconteceu isto. Geralmente, citações alimentam o meu interesse - mas nunca o criam. Só que, neste caso, não era uma citação qualquer. Não mesmo. Quem recomendava o livro, em letras pequenas no canto da capa, era ninguém menos que ela: Meg Cabot, uma das minhas autoras favoritas de todos os tempos. E, se você acompanha a escritora, sabe que ela não é muito de aparecer recomendando outros livros. Então, eu simplesmente pensei: ''preciso realmente ler este livro agora''. E foi exatamente o que eu fiz, solicitando ele para resenha com a editora Galera e o passando na frente de todos os outros quando chegou.
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Entretanto, esta minha curiosidade oriunda pela recomendação da Meg acabou acarretando um pequeno problema: A comparação antecipada. Sim, eu não conhecia nada sobre a Alicia Thompson, mas o fato dela ter recebido o aval de uma autora como a Cabot deixou já incutido no meu subconsciente que o livro precisava ser leve e despretensioso e divertido como todas as obras da autora de ''O Diário da Princesa'' - o que pode não parecer, mas é uma responsabilidade muito grande. Todas as histórias da autora parecem ter todas as doses de humor e romance e tiradas na medida perfeita... E esperar que uma outra pessoa siga o mesmo caminho é perigoso. Mesmo assim, neste quesito, Alicia Thompson se saiu espetacularmente bem. Tão bem que eu achei que estava lendo um livro da própria Meg Cabot!
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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Resenha: O Amor Está no Quarto Ao Lado

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Jeniffer é uma jovem estudante que perde o padrasto em um acidente de serviço militar. Antes de morrer, este lhe confia aos cuidados do capitão Ruan - seu superior. Para cumprir a promessa, Juan convida a garota para dividir uma casa com ele. E, mesmo com as diferenças de idade e de personalidade, o amor que nasce entre eles é arrebatador e mexe com os corações. Os dois mal percebem que não precisam ir tão longe para serem felizes. Porque o amor pode estar bem ali, no quarto ao lado.
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Porém, não será nada fácil para Ruan e Jennifer ficarem juntos. Eles precisaram enfrentar o passado que ambos possuem, segredos obscuros que o militar esconde, além dos problemas do pai de Jeni com agiotas e pessoas mais do que dispostas a separem o casal. 
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O que eu achei?
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Eu não sei como cheguei a "O Amor está no Quarto ao Lado". Não me lembro se vi um comentário no Facebook, ou se foi através de uma resenha em algum blog por aí, mas a questão é que eu conheci o livro totalmente por acaso. Vi a sinopse, achei interessante o fato de ser um militar muito mais velho que acaba se apaixonando por uma garota saindo da adolescência, e coloquei na minha lista (eterna) de "Leituras Futuras". E acreditem em mim, do meu ponto de interesse ao momento de ler mesmo, levou um longo tempo. Então, quando eu finalmente peguei ele, não acho que as minhas expectativas estavam altas. Muito pelo contrário, eu só queria que a história fosse bonitinha e me entretece. Até certo ponto, ela o fez. Mas, durante a leitura, vários detalhes acabaram criando ruídos de descontentamento entre a história e eu como leitor, e isto acabou embaçando um pouco qualquer sentimento positivo que poderia criar com o livro.
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Para o começo de conversa, temos a narrativa da autora. Sim, ela é fluída, eu não nego. E sim, ela soube dar vozes diferentes para a Jeni e Ruan, os dois protagonistas de "O Amor está no Quarto ao Lado". Entretanto, tinham momentos em que os personagens começavam a divagar sobre o amor, a vida e sobre o outro que quebravam completamente o ritmo de leitura. Algumas vezes, os discursos me pareciam tão piegas e/ou forçado, que eu acabava revirando os olhos... E olha que sou uma pessoa que não liga se alguns romances são enjoativamente doces ou não.
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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Resenha: A Morte de Sarai

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Sarai sempre quis ser livre — e agora não consegue deixá-lo.
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Sarai era uma típica adolescente americana: tinha o sonho de terminar o ensino médio e conseguir uma bolsa em alguma universidade. Mas com apenas 14 anos foi levada pela mãe para viver no México, ao lado de Javier, um poderoso traficante de drogas e mulheres. Ele se apaixonou pela garota e, desde a morte da mãe dela, a mantém em cativeiro. Apesar de não sofrer maus-tratos, Sarai convive com meninas que não têm a mesma sorte. Depois de nove anos trancada ali, no meio do deserto, ela praticamente esqueceu como é ter uma vida normal, mas nunca desistiu da ideia de escapar.
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Victor é um assassino de aluguel que, como Sarai, conviveu com morte e violência desde novo: foi treinado para matar a sangue frio. Quando ele chega à fortaleza para negociar um serviço, a jovem o vê como sua única oportunidade de fugir. Mas Victor é diferente dos outros homens que Sarai conheceu; parece inútil tentar ameaçá-lo ou seduzi-lo.
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Em A morte de Sarai, primeiro volume da série Na Companhia de Assassinos, quando as circunstâncias tomam um rumo inesperado, os dois são obrigados a questionar tudo em que pensavam acreditar. Dedicado a ajudar a garota a recuperar sua liberdade, Victor se descobre disposto a arriscar tudo para salvá-la. E Sarai não entende por que sua vontade de ser livre de repente dá lugar ao  ao desejo de se prender àquele homem misterioso para sempre. 
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O que eu achei?
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Se eu preciso começar este meu comentário sobre ''A Morte de Sarai'' de alguma forma, acho que o mais apropriado seria dizer que eu não fazia a mínima ideia de como seria o livro. Quero dizer, eu estava bastante empolgado por se um novo romance de JA Redmerski, autora de Entre o Agora e o Nunca (que é um dos meus livros favoritos ever), então - sim, eu esperava ao menos gostar. Mas, desde o começo, sabia esta que seria uma experiência completamente diferente do meu contato anterior com algo escrito por ela. Está mais do que explícito pela própria sinopse. Eu simplesmente não sabia para onde ela iria me levar, e isto meio que alimentava um pouco as minhas expectativas, mas também me deixava com um certo medo. 
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Para deixar tudo mais claro, vamos esclarecer algumas coisas: "Na Companhia de Assassinos" não é um Novo Adulto como a outra série da autora. Sim, a protagonista Sarai está na faixa dos vinte anos, e sim, temos algumas doses de romance no decorrer da narrativa. Se pegar o livro esperando um primo das aventuras de Camryn e Andrew, vai acabar se decepcionando completamente. Pois, do primeiro capítulo até o último, nós vemos que este não é o foco do livro. Como o título deixa bem claro, o enfoque que J.A. Redmerski tem neste romance são... Assassinos. 
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domingo, 5 de abril de 2015

Coluna: Book Haul de Março [2015]

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Hey, pessoas... Feliz Páscoa! 
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Depois de um mês que me pareceu praticamente eterno, finalmente chegamos a abril - com esperanças de que tudo seja bem melhor do que março foi. Pois eu não sei para vocês, mas para mim o mês passado foi um tanto quanto... Estranho. Minhas leituras foram lentas (mesmo os livros que eu amei), e até receber minhas coisas pelos Correios foi praticamente uma saga épica. Enfim, foi por este motivo que demorei TANTO para gravar o nosso Book Haul. E também o motivo por ter ficado tão feliz de termos virado a folhinha.
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Sinceramente?! Março de 2015 não vai deixar saudade nenhuma.
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Mas tudo bem, vamos falar de coisa boa (e não é a TopTherm). Apesar da minha espera dramática, e que praticamente renderia um livro (quiçá uma adaptação nas telonas, que poderia render um Oscar) os livros finalmente chegaram, e hoje venho falar aqui sobre tudo o que eu recebi. Ok, não é tanta coisa como no mês de fevereiro, mas ainda sim é um Book Haul considerável. E muita coisa eu já li também, então podem esperar resenha por aqui no blog, e comentários no nosso próximo Diários de Leitura.
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Enfim, espero que gostem do vídeo de hoje - e não deixem de comentar!
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quinta-feira, 26 de março de 2015

Resenha: 2 Garotos Se Beijando

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Do lado de fora da escola, ao ar livre, rodeados por câmeras e por uma multidão que, em parte apoia e em parte repudia o que estão fazendo, Craig e Harry estão tentando quebrar o recorde mundial do beijo mais longo. Craig e Harry não são mais um casal, mas já foram um dia. Peter e Neil são um casal. Seus beijos são diferentes. Avery acaba de conhecer Ryan e precisa decidir sobre como contar para ele que é transexual, mas está com medo de não ser aceito depois disso. 
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Já Cooper está sozinho. Passa suas noites em claro, no computador, criando vidas falsas online e seduzindo homens que jamais conhecerá na vida real. Mas quando seus pais descobrem seu passatempo proibido, o mundo dele desaba.
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Cada um desses meninos tem uma situação diferente. Alguns contam com o apoio incondicional da família, outros não. Alguns sofrem com o bullying na escola, outros, com o coração partido. Mas bem no centro de todas essas histórias paralelas está o amor. E, através dele, a coragem para lutar por um mundo onde esse sentimento nunca seja sinônimo de tabu.
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O que eu achei?
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Se existe uma definição sobre "Dois Garotos Se Beijando", ela foi feita por Rainbow Rowell, quando disse que neste livro "existem mais do que dois garotos se beijando, e todos vão ganhar seu coração". Para falar a verdade, acho até que iria além: Não é apenas a história de dois garotos, ou de um beijo. Sim, temos dois garotos... E, sim, temos muitos beijos no processo - um deles, quiçá o mais importante. Mas este novo livro de David Levithan consegue ser muito mais do que isto. Ele vai além da sinopse, além de qualquer expectativa que possa ser criada, e acho que foi isto que me conquistou no fim das contas.
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