domingo, 24 de agosto de 2014

Resenha: Cidade do Fogo Celestial

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Na muito esperada conclusão da aclamada série Os Instrumentos Mortais, Clary e seus amigos lutam contra o maior mal que eles já enfrentaram: o próprio irmão de Clary.
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Sebastian Morgenstern não para, sistematicamente colocando Caçador de Sombras contra Caçador de Sombras. Tendo o Cálice das Trevas, ele transforma Caçadores de Sombras em criaturas de pesadelos, destruindo famílias e casais conforme as fileiras de seu exército Negro vão crescendo. Em apuros, os Caçadores de Sombras procuram refúgio em Idris — mas nem mesmo as famosas torres demoníacas de Alicante podem conter Sebastian. E com os Nephilim presos em Idris, quem irá proteger o mundo contra os demônios? Quando uma das maiores traições mais desconhecidas dos Nephilim é revelada, Clary, Jace, Isabelle, Simon e Alec devem correr — mesmo que sua viagem os leve profundamente nos reinos dos demônios, onde nenhum Caçador de Sombras jamais pôs os pés, e de onde nenhum ser humano jamais voltou...
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Amores serão sacrificados e vidas serão perdidas na terrível batalha pelo futuro do mundo no final emocionante da clássica série de fantasia urbana Os Instrumentos Mortais!
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O que eu achei?
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Dizer que eu não estava empolgado para a leitura de ''Cidade do Fogo Celestial'' seria uma mentira sem tamanho. Posso não ser considerado (e nem me considerar) um fanático pela série ''Os Instrumentos Mortais'', de Cassandra Clare, mas tive um relação bastante positiva com relação à esta segunda trilogia dos Caçadores de Sombras do Instituto de Nova York.
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Por vários fatores distintos (e contrariando a opinião da maioria), eu considero a segunda metade da série muito mais instigante e melhor trabalhada do que a trilogia inicial. Tudo o que sentia falta em Valentim, o primeiro vilão da história, a autora compensou com Sebastian. Outros personagens, como Simon, Izzy, Alec, Magnus, Maia e Jordan, ganharam destaque e bastante importância na trama, descentralizando a atenção de Clary e Jace. Sem falar que vários núcleos - como o Reino das Fadas, o clã dos Lobisomens e os Vampiros - são melhores trabalhados e ganharam mais tempo com o leitor, e isto me agradou bastante.
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Então, depois de ver do que a autora foi capaz de fazer ao encerrar a primeira etapa da trama de forma emocionante com o épico ''Cidade de Vidro'' - eu esperava que ''Fogo Celestial'' ao menos chegasse perto da grandiosidade do terceiro volume da saga. O que significa que as minhas expectativas estavam altas. Muito altas, de verdade. Mas nem um pouco impossíveis.
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Coluna: Diários de Leitura #29 - Wrap Up

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O Diários de Leitura é um post que foi livremente inspirado na coluna ''Resumo da Semana'', do blog Mon Petit Poison - onde eu falo um pouquinho sobre o que eu li durante o mês e sobre os livros resenhados no Canal.
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Wrap Up - Julho de 2014.
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Clique no Player abaixo para assistir:
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sábado, 9 de agosto de 2014

Resenha: Desafio .

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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No interior das muralhas de Baalboden, à sombra do brutal Comandante da cidade, Rachel Adams guarda um segredo. Enquanto as outras garotas fazem vestidos e obedecem a seus Protetores, Rachel é capaz de sobreviver nas florestas e de manejar uma espada com destreza. 
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Quando seu pai, Jared, é declarado morto em uma missão, o Comandante designa para Rachel um novo Protetor: Logan, o aprendiz de seu pai, o mesmo rapaz a quem Rachel declarou o seu amor há dois anos, e o mesmo que a rejeitou. Com nada além da forte convicção de que seu pai está vivo, Rachel decide fugir e encontrá-lo por conta própria. Mas uma traição contra o Comandante tem um preço alto, e o destino que a aguarda nas Terras Ermas pode destruí-la.
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O que eu achei?
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Bom pessoal, vamos começar esta resenha com um momento ''confissão'': Eu gosto muito de fantasia... Mas tenho sérios problemas com Fantasia Medieval. Sei lá, não sei por que isto acontece. Talvez seja pela forma como estas histórias são narradas, em sua maioria de uma maneira bastante "empolada", mas poucos livros do gênero chamam a minha atenção. E, dentro deste seleto grupo, ''Desafio'' era um deles.
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Eu conheci o livro através de uma resenha super empolgada no blog ''Wishing a Book'', da Livia Delgado, e desde então venho esperando ele ser lançado em português por aqui no Brasil. No ano passado, quando vi a editora Novo Conceito anunciar durante a Bienal do Rio, que estaria trazendo ele para cá, eu senti que a minha espera finalmente estava chegando ao fim. E, para a minha alegria, ela se concretizou com o lançamento do volume por aqui - em Junho passado.
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Quando ele chegou aqui em casa, eu festejei bastante. O que não era para menos, já que eu estava com altas expectativas com relação à ele. Mas,  se tem uma coisa que posso dizer agora - e de forma bastante feliz - é que o romance de estréia de C.J.Redwine não só as alcançou, como também superou todas. O livro mistura muitas cenas de ação, uma trama política muito bem montada e, além disto, traz também uma boa dose de romance. O que significa que eu não tive um momento sequer de descanso durante a leitura dele.
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domingo, 3 de agosto de 2014

Coluna: Meu Carrinho #48 - Book Haul

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A Coluna ''Meu Carrinho'' é um vídeo-post inspirado no meme ''Minha Caixa de Correio'', do blog literário ''The Story Siren'', onde eu comento um pouco sobre as minhas compras literárias, e o que achei de cada uma delas. 
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Book Haul do mês de Julho/14.
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Clique no Player abaixo para assistir:
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O que chegou?
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- Cidade do Fogo Celestial, de Cassandra Clare
- No Limite da Ousadia, de Katie McGarry
- Hush Hush: Graphic Novel - vol. 1, de Becca Fitzpatrick
- Infinity Drake: Os filhos da Scarlatti, de John McNally
- A Namorada do Meu Amigo, de Graciela Mayrink
- De Repente, Ana, de Marina Carvalho
- Perdendo-Me, de Cora Carmack
- Se Eu Ficar, de Gayle Forman
- As Sete Irmãs, de Lucinda Riley
- A Memina Mais Fria de Coldtown, de Holly Black

domingo, 27 de julho de 2014

Resenha: A Máquina de Contar Histórias

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Na noite em que o escritor best-seller Vinícius Becker lançou A Máquina de Contar Histórias, o novo romance e livro mais aguardado do ano, sua esposa Viviana faleceu sozinha num quarto de hospital. Odiado em casa por tantas ausências para cuidar da carreira literária, ele vê o chão se abrir sob seus pés. 
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Sem o grande amor da sua vida, sem o carinho das filhas, sem amigos... O lugar pelo qual ele tanto lutou revela-se aquele em que nunca desejou estar. Vinícius teve o mundo nas mãos, e agora, sozinho, precisa se reinventar para reconquistar o amor das filhas e seu espaço no coração da família V. Uma história emocionante, cheia de significados entrelaçados pela literatura, mostrando que o amor de um pai, por mais dura que seja a situação, nunca morre nem se perde.
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O que eu achei?
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Existem livros que são como Chocolate: Quanto mais você se delicia com eles, mais você torce para eles não chegarem ao final. Outros, são como os Dementadores da série Harry Potter: As leituras são densas, pesadas, te deixam chateado, sem ânimo de continuar e, ainda por cima, influenciam de forma negativa no seu humor no dia a dia. Infelizmente, apesar das diversas críticas positivas e entusiastas que encontrei pela blogosfera desde o seu lançamento, para mim, ''A Máquina de Contar Histórias'' foi um exemplo clássico do segundo caso. 
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Mesmo sendo relativamente curto - 192 páginas, aproximadamente - e com capítulos curtos e bastante dinâmicos, a leitura do livro foi um problema. Com uma narrativa arrastada, eu senti que - antes de tudo - o livro era mais um romance sobre como ser um escritor profissional do que uma saga de redenção familiar como a sinopse indicava. Em vários momentos, o detalhamento técnico que o autor expõe no decorrer da história me davam a sensação de estar lendo um livro didático, e não uma ficção. E isto me frustrou bastante, pois atravancou e engessou completamente o meu ritmo - me dando a sensação de que o livro tinha a pretensão de ser algo maior do que ele realmente é.
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E vocês me conhecem: Não existe nada que me tire mais dos eixos do que um livro pretensioso.
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