terça-feira, 3 de março de 2015

Resenha: Amy & Matthew

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Amy e Matthew não se conheciam realmente. Não eram amigos. Matthew sabia quem ela era, claro, mas ele também sabia quem eram várias outras pessoas que não eram seus amigos.
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Amy tinha uma eterna fachada de felicidade estampada em seu rosto, mesmo tendo uma debilitante deficiência que restringe seus movimentos. Matthew nunca planejou contar a Amy o que pensava, mas depois que a diz para enxergar a realidade e parar de se enganar, ela percebe que é exatamente de alguém assim que precisa.
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À medida que passam mais tempo juntos, Amy descobre que Matthew também tem seus problemas e segredos, e decide tentar ajudá-lo da mesma forma que ele a ajudou.
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E quando a relação que começou como uma amizade se transforma em outra coisa que nenhum dos dois esperava (ou sabe definir), eles percebem que falam tudo um para o outro... exceto o que mais importa.
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O que eu achei?
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Sabe quando uma tagline consegue traduzir muito bem todo o espírito do livro? Então... "Às vezes, dizer 'eu te amo' é o mais difícil de dizer'' é um exemplo perfeito. Ele poderia ser só mais um Jovem Adulto com personagens deprimidos e com problemas de saúde grave, mas Cammie McGovern conseguiu expressar tanta coisa ao escrever "Amy & Matthew" que, sinceramente, estou encontrando dificuldade para falar algo muito além do que um simples "Amei!". Mas só isto não seria justo com o livro, e nem com os personagens. Pois, eu não só "amei" a Amy e o Matthew. Eu os odiei também. Pois eles eram incrivelmente tridimensionais - nos amostrando mais de si mesmos, muito além da paralisia dela e do TOC dele. Pois, não, este não é um romance sobre doença. Isto não é um sick-lit (eu já disse para vocês o quanto eu ODEIO este termo?). Isto é uma história sobre dois desajustados, que se encontram e se conectam. Esta é uma história extremamente simples, mas que com pouco, conseguiu dizer MUITO para mim.
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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Resenha: Proibido

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Ela é doce, sensível e extremamente sofrida: tem dezesseis anos, mas a maturidade de uma mulher marcada pelas provações e privações da pobreza, o pulso forte e a têmpera de quem cria os irmãos menores como filhos há anos, e só uma pessoa conhece a mágoa e a abnegação que se escondem por trás de seus tristes olhos azuis.
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Ele é brilhante, generoso e altamente responsável: tem dezessete anos, mas a fibra e o senso de dever de um pai de família, lutando contra tudo e contra todos para mantê-la unida, e só uma pessoa conhece a grandeza e a força de caráter que se escondem por trás daqueles intensos olhos verdes.
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Eles são irmão e irmã.
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Mas será que o mundo receberá de braços abertos aqueles que ousaram violar um de seus mais arraigados tabus? E você, receberia?
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Com extrema sutileza psicológica e sensibilidade poética, cenas de inesquecível beleza visual e diálogos de porte dramatúrgico, Suzuma tece uma tapeçaria visceralmente humana, fazendo pouco a pouco aflorar dos fios simples do quotidiano um assombroso mito eterno em toda a sua riqueza, mistério e profundidade.
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O que eu achei?
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Ok, eu já tentei escrever esta resenha umas duas vezes, e não consegui passar do primeiro parágrafo. Mas o que eu posso dizer sobre "Proibido"? Neste exato momento, eu não sei. Terminei o livro ontem - literalmente em lágrimas, no meio de uma viagem de ônibus (só para se ter uma ideia) - e sei lá... Ainda não me sinto preparado para conversar sobre ele. Configurar o que eu encontrei nas páginas como "Uma Montanha Russa Emocional" não traduziria nem um por cento do que este romance é. Por qual razão? Talvez por que eu já imaginava que - com sua sinopse polêmica - a história iria me machucar, muito antes de começar a ler. Mas nada no mundo poderia me preparar para a verdadeira tempestade de tristeza e miséria e sofrimento que Tabitha Suzuma preparou em seu romance. A leitura me deixou com dor física, pois a tensão pelos personagens, suas vidas e o envolvimento de ambos mexia internamente comigo. Mesmo lendo rápido, eu ficava longos períodos sem chegar perto dele, pois sabia que cada capítulo iria conseguir me machucar mais do que o anterior. E foi exatamente assim, do início ao fim.
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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Resenha: Transcendence

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Dizem que as mulheres e os homens são de dois planetas diferentes quando se trata de comunicação, mas como eles podem superar os obstáculos de tempos pré-históricos, quando um deles simplesmente não têm a capacidade de compreender a linguagem? Ehd é um homem das cavernas vivendo por conta própria em um deserto áspero. Ele é forte e inteligente, mas completamente sozinho. Quando ele encontra uma bela jovem em sua armadilha, é óbvio para ele que ela é para ser sua companheira. Ele não sabe de onde ela veio; ela está vestindo alguma roupa muito estranha e ela faz um monte de barulhos com a boca, que lhe dão uma dor de cabeça. Ainda assim, ele está determinado a cumprir o seu propósito na vida – sustentá-la, protegê-la e colocar um bebê dentro dela.
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Elizabeth não sabe onde ela está ou exatamente como ela chegou lá. Ela está confusa e angustiada pela sua situação e há um homem das cavernas puxando-a de volta à caverna dele. Ela não está de toda interessada nos avanços primitivos de Ehd e ela simplesmente não consegue fazer com que ele ouça. Não importa o quanto ela tente, tentando fazer seu ponto de vista a este primitivo, mas bonito, homem em uma constante – e muitas vezes hilariante – luta.
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Com apenas um ao outro para companhia, eles devem confiar um no outro para lutar contra os perigos da vida selvagem e se preparar para os meses de inverno. Enquanto eles lutam para coexistir, isso se torna uma história de amor que transcende a linguagem e tempo.
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O que eu achei?
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Falar sobre "Transcendence" vai ser uma tarefa complicada, pois - mesmo gostando muito de tudo nele - foi um livro bastante difícil de se classificar. Como eu disse no instagram, a melhor forma que eu poderia explicar toda a narrativa de Shay Savage é que é "Bizarramente adorável". Pois esta é uma característica que já podemos perceber pela sinopse - onde uma rapaz da pré-história sem tribo (que, segundo a autora, ele não é um Neandertal e sim um Homo Savage, sua própria variação para o Homem de Cro-Magnon - e sim, reparei no trocadilho com o sobrenome dela) acaba encontrando sem querer uma jovem muito estranha... Que na verdade é uma viajante do tempo, que acabou caindo naquela era completamente sem querer. Sim, por alto, tudo é muito nonsense. Mas como livro? Inesperadamente funciona.
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

The Hater Book Tag: Original

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Ok, ultimamente eu venho andando muito bonzinho... E isto é um problema, eu sei disto.
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Vocês me conhecem, e sabem que sou um mimimi de primeira - então, quer dizer que nem eu mesmo estou me reconhecendo. Estou apaixonado? Não mesmo. Muito longe disto. Talvez seja pelo fato de que, nos últimos tempo, eu venho lido livros realmente bons. Sem falar que, vale lembrar, ainda estamos em Fevereiro e o meu ano literário de 2015 já conta com 3 novos Bookscrushes. O que é um número incrível, ainda mais se considerarmos que - no ano passado - meu primeiro favorito só veio aparecer em Março.
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Mas, hey... Como eu disse, posso estar vendo passarinhos azuis, e verdes, e de todas as cores, mas ainda sou um "Hater Boy" (Sério mesmo, este é o meu apelido no Clube do Livro em que participo... E já que é a opinião geral, então abraço com força o meu lado negro -q).
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Enfim, já que eu me joguei neste grande oceano de ódio e rancor (só que não), eu decidi marcar este ponto de virada do meu encontro com quem eu realmente sou através de um vídeo - é claro. Por isso, acabei criando a "The Hater Book Tag". Que, como o próprio nome diz, é um tag cuja finalidade é justamente colocar para fora tudo o que não nos agrada neste mundo tão lindo e mágico que é o nosso universo Literário.
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Antes de tudo, eu fui pesquisar se realmente alguém já tinha parado para pensar em uma Tag dessas e... Yeap, só alguém tão deturpado como eu poderia sequer cogitar uma coisas dessas. Então, fui lá, criei as perguntas, gravei o vídeo, editei... E agora estou aqui, compartilhando com vocês e o mundo (menos), a minha criação... *insira aqui risadas malignas*
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Rsenha: Tinta Perigosa [Wicked Lovely #2]

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Sem o conhecimento dos mortais, uma luta pelo poder está se desenrolando em um mundo de sombras e perigo. Depois de séculos de estabilidade, o equilíbrio entre as Cortes das Fadas se alterou e Irial, o regente da Corte Sombria, está lutando para manter suas rebeldes e vulneráveis fadas juntas. Se ele falhar, o derramamento de sangue e a brutalidade não tardarão a aparecer. Desta vez, o foco muda de Aislinn para Leslie, uma de suas amigas mais íntimas. A jovem não sabe nada sobre as fadas – criaturas mágicas e voluntariosas, beirando a perversão -, mas ao se sentir atraída por uma linda tatuagem de olhos e asas, seu caminho cruza com o de Irial, o Rei Sombrio, o sedutor e ardiloso monarca da Corte Sombria.
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Apesar de parecer uma adolescente normal, como tantas outras da decadente cidade de Huntsdale, nos Estados Unidos, Leslie leva uma vida dura: depois da morte da mãe, ela viu o pai decair a ponto de virar um alcoólatra, é obrigada a conviver com o irmão traficante de drogas e trabalha árduas horas como garçonete para poder pagar as contas da casa. A jovem estudante do colégio Bishop O’Connell carrega ainda um terrível segredo que fazem de Leslie uma candidata perfeita a Garota Sombria... uma posição que nenhuma menina deveria querer.
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Mas a cada novo traço da tatuagem, gravada em sua pele com muito mais que tinta comum, Leslie se vê mais e mais atraída por Irial e pelas criaturas da Corte Sombria, seres agressivos e belicosos que se alimentam da negatividade dos humanos. Atordoada e encantada pelo turbilhão de novas emoções que a proximidade com as criaturas sombrias evoca, Leslie começa a se envolver com Niall, por natureza um integrante da Corte Sombria e atual conselheiro de Keenan, o Rei do Verão. Mas o amor do gancanagh por Leslie é real, e suas tentativas de libertá-la do domínio de Irial representam uma ameaça que o monarca não está disposto a tolerar. Presa entre dois mundos e entre dois amores, a jovem pouco a pouco vai descobrindo que o que está em jogo não é apenas o futuro desse triângulo amoroso, mas sua própria existência.
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O que eu achei?
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Sabe aquela máxima, "o problema não é você... sou eu"? Então, basicamente, este foi o meu sentimento com relação a "Tinta Perigosa" - o segundo volume da série "Wicked Lovely", da Melissa Marr. Este não foi o meu primeiro contato com a autora (muito pelo contrário, é o terceiro já!), eu já estava habituado ao universo criado para a série, e mesmo sendo uma continuação "companion book", vários personagens do primeiro livro retornam (e não só isto, tem participações constantes na história). Entretanto, enquanto eu li "Terrível Encanto" em basicamente um dia, este volume levou praticamente uma semana inteira para ser lido. Qual foi a razão para isto? Eu realmente não sei.
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A questão é: "Tinta Perigosa" não me fisgou. Eu não me senti imerso na história (mesmo já estando habituado a ela), e até a narrativa me pareceu truncada em diversos momentos. Não sei se isto foi um problema de revisão, de tradução ou uma característica presente no texto original, mas a questão é que pelejei durante dias para que eu sentisse alguma coisa pela narrativa. O que realmente não aconteceu.

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