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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Resenha: O Retrato de Dorian Gray

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Em 1891, quando foi publicado em sua versão final, O retrato de Dorian Gray foi recebido com escândalo, e provocou um intenso debate sobre o papel da arte em relação à moralidade. Alguns anos mais tarde, o livro foi inclusive usado contra o próprio autor em processos judiciais, como evidência de que ele possuía “uma certa tendência” (no caso de Oscar Wilde, a homossexualidade, motivo pelo qual acabou condenado a dois anos de prisão por atentado ao pudor).
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Mais de cem anos depois, porém, o único romance de Oscar Wilde continua sendo lido e debatido no mundo inteiro, e por questões que vão muito além do moralismo do fim do período vitoriano na Inglaterra, definida por um dos personagens do livro como “a terra natal da hipocrisia”. Seu tema central - um personagem que leva uma vida dupla, mantendo uma aparência de virtude enquanto se entrega ao hedonismo mais extremado - tem apelo atemporal e universal, e sua trama se vale de alguns dos traços que notabilizaram a melhor literatura de sua época, como a presença de elementos fantásticos e de grandes reflexões filosóficas, além do senso de humor sagaz e do sarcasmo implacável característicos de Wilde.
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O que eu achei?
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Segundo livro da minha meta de "12 Livros Para 2015" finalizado! Desde o começo eu já esperava que "O Retrato de Dorian Gray" seria uma leitura difícil, mas eu não imaginava quanto! Quero dizer, este não é o primeiro clássico que eu leio, muito menos foi o maior, mas foi o primeiro cuja a narrativa realmente me pareceu cansativa e nem um pouco prolixa. Oscar Wilde era extremamente descritivo, com coisas que "floreavam" bastante o texto, e seus diálogos poderiam ser considerados monólogos! Isto para não entrar em consideração o fato de que a tradução da minha edição foi praticamente A PRIMEIRA feita do livro no país (para se ter uma ideia, o tradutor morreu em 1921!), o que não me ajudou nem um pouco.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Resenha: A Ameaça Invisível [Anômalos #2]

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Na eletrizante continuação de "A Ilha dos Dissidentes", o cerco se fecha contra os anômalos e o cotidiano nas Cidades Especiais começa a mudar. De início, o direito de ir e vir é privado, e a isso se seguem outras medidas restritivas, o que inspira uma rebelião e deixa a situação a um passo de uma guerra civil. 
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Em meio a diversas facções, que defendem ideologias e métodos diferentes de fazer justiça, cada vez é mais difícil enxergar a situação com clareza, e Sybil tem pela frente novos desafios, que põem à prova suas convicções. Em situações desgastantes e por vezes desesperadoras, ela e seus amigos sentem na pele uma grande ameaça, mas não conseguem perceber quem é e onde está o verdadeiro inimigo.
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O que eu achei?
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Evolução... É com esta simples palavra que eu consigo traduzir a minha leitura de "A Ameaça Invisível", segundo volume da trilogia Anômalos, de Bárbara Morais. Apesar de ter gostado de "A Ilha dos Dissidentes", haviam vários pontos da história que me incomodavam bastante. Mas, para a minha surpresa (e alegria), a autora conseguiu não só sanar estes problemas como também me surpreender positivamente. E isto foi maravilhoso, pois quando comecei a ler o livro (despretensiosamente, no ano passado, e retomando ele esta semana), eu juro que não estava tão empolgado assim.
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Resenha: Redenção de um Cafajeste

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Em Redenção de um cafajeste, a autora narra a história de Arthur, empresário, dono de uma das revistas masculinas mais escandalosas do país, que conhece Maiana, garota humilde, que sonha terminar a faculdade e ser professora. Eles que pertencem a mundos completamente diferentes, mas estão prestes a descobrir tudo o que têm em comum. 
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Enquanto a recatada Maiana leva uma vida simples, de privações, Arthur, o herdeiro de um conglomerado de revistas, sabe tirar proveito do que conquistou: dinheiro, poder, mulheres à vontade e muito sexo. Para Arthur, os fins justificam os meios. É capaz de passar por cima do que for necessário para conseguir o que deseja, sem nunca abrir mão do controle que exerce sobre si mesmo e os outros, especialmente as mulheres. Todavia, um incidente coloca Maiana em seu caminho, e ele se vê refém de sentimentos incontroláveis. Tem início um perigoso jogo de sedução que fará com que os dois experimentem prazeres inesgotáveis, transpondo os limites entre o amor e a dor. Neste conto de fadas contemporâneo, repleto de erotismo e paixão, Nana Pauvolih coloca os leitores diante de uma história de amor em que a Gata Borralheira e o Príncipe Encantado se alternam no papel de salvador e vítima. 
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Confirmando o talento da autora, nome frequente em listas de vendidos, o primeiro romance da trilogia Redenção provocará suspiros e intensas emoções. E este é apenas o começo.
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O que eu achei?
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Acho que ouço um coro de Aleluia, pois FINALMENTE - depois de TRÊS longos meses - consegui finalizar "Redenção de um Cafajeste", de Nana Pauvolih... Eu ganhei o livro de cortesia no Skoob, achei que seria uma leitura rápida, mas yeap, não foi. "Redenção" sofre do mesmo mal que muitas outras histórias do gênero que eu tentei ler: Um livro longo, para uma história que poderia ter sido contada muito bem em apenas 250 páginas. Mesmo sendo em primeira pessoa, mesmo tendo múltiplos pontos de vista, a narrativa consegue ser arrastada e cansativa - e sim, isto é um problema terrível.
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Coluna: Book Haul [Julho 2015]

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O Book Haul é uma postagem originada da antiga coluna do blog ''Meu Carrinho'' - um vídeo-post inspirado no meme ''Minha Caixa de Correio'', do blog literário ''The Story Siren'', onde eu comento um pouco sobre as minhas compras literárias, e o que achei de cada uma delas. 
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Clique no player abaixo para assistir:
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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Resenha: Naomi & Ely e a Lista do Não Beijo

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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A quintessência da história da menina que gosta de menino que gosta de meninos. Uma análise bem-humorada sobre relacionamentos.Naomi e Ely são amigos inseparáveis desde muito pequenos. Naomi ama Ely e está apaixonada por ele. Já o garoto, ama a amiga, mas prefere estar apaixonado, bem, por garotos. 
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Para preservar a amizade, criam a lista do não beijo — a relação de caras que nenhum dos dois pode beijar em hipótese alguma. A lista do não beijo protege a amizade e assegura que nada vá abalar as estruturas da fundação Naomi & Ely. Até que... Ely beija o namorado de Naomi. E quando há amor, amizade e traição envolvidos, a reconciliação pode ser dolorosa e, claro, muito dramática.
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O que eu achei?
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Sim, eu confesso: David Levithan é um dos autores que se encaixam perfeitamente na minha categoria de "Mixed Feelings". Às vezes eu amo (como nos casos de "Will Grayson", e "The Lover's Dictionary", e principalmente "Dois Garotos se Beijando"), e outras vezes eu não acho nada demais (como "Garoto Encontra Garoto", um caso que foi bem triste - para falar a verdade). Entretanto, com "Naomi & Ely e a Lista do Não Beijo", seu mais recente livro lançado por aqui no Brasil em parceria com a amiga (e co-autora de longa data) Rachel Cohn, ele foi exatamente o que eu precisava no momento: Divertido, leve, e completamente refrescante.
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